(Continuando)
Descanso? Certamente não seria o momento que nenhum dos dois gostaria de repousar…
Percebendo que o ‘rapazinho’ já dava sinal de vida, fez questão de sentir o próprio gosto preenchendo toda a sua boca com aquele membro delicioso. Lentamente subia e descia a língua, roçando de leve seu piercing na glande, o que provocava gemidos abafados do moço. Aos poucos intercalava lábios e língua com uma das mãos, enquanto a outra percorria o corpo firme, de músculos rígidos e desenvolvidos no ponto, maquiados com tintas há muito definitivas.
Depois de deixá-lo ‘em ponto de bala’, subiu nas ancas do rapaz, encaixou seu sexo no dele e imprimiu um ritmo lento, demonstrando as artes do pompoar apreendidas ao longo dos anos balzaquianos desde sempre. Seus corpos viviam espasmos e ele se sentia nas mãos dela. Sim, ela que tanto falara de suas aventuras de dominadora, agora o subjugava de forma deliciosa. E quem disse que ele queria algo diferente de estar sob os comandos dela naquele momento?
Tentou mexer as mãos e ela as prendeu atrás da sua cabeça, segurando com firmeza, olhando em seus olhos, para que ele entendesse que só o faria quando ela quisesse. Assim permaneceu por alguns minutos até que ela atingisse o clímax mais uma vez. Seu corpo foi percorrido por uma descarga de eletricidade que ele pôde sentir pela forma com que ela se cotorceu sobre ele, apertando seus pulsos e fazendo pressão em seu sexo por minutos sôfregos.
Recuperada da multiplicidade do prazer, soltou as mãos do rapaz e as colocou em seus quadris, voltando a cavalgar de forma mais selvagem, em ritmo constante.
- Agora pelo jeito vou presenciar uma fera selvagem (sussurrou)
- Selvagem e no cio! (ela respondeu)
- E como domar…?
- Acho difícil que alguém consiga, mas tente!
Num movimento rápido ele a virou e se pos entre suas pernas, sugando-lhe todo o mel que escorria em abundância, passando a língua suavemente sobre o clitóris. A ela só restava delirar. Nem tentou reagir. E como quem chupa um delicioso sorvete em dia de calor, ele permaneceu naquela posição por muito tempo… tempo suficiente para enfraquecer-lhe os músculos de tanto gozar.
Satisfeito em ver sua exaustão, ergueu seu corpo sobre ela, sorrindo.
- Acho que amansei a fera
- Sim, conseguiste, mas ainda não por completo
- Queres mais?
- Quero te sentir todo dentro de mim novamente!
Ele apenas soltou o corpo, num encaixe perfeito. Enquanto imprimia ritmo, lambia as pontas dos mamilos dela tão entumecidos. Sentindo aquele membro duríssimo dentro de si, ela não demorou a gozar mais uma vez. Ele apenas sorria, vendo seu talento de garanhão confirmado.
Os sussuros ajudavam a dar mais excitação…
- Agora quero algo diferente. Será que a selvagem dama me concede a honra de ter-lhe de quatro?
- Só se você me inundar o corpo com seu líquido.
- Com todo o prazer do mundo!
Ela virou-se lentamente, exibindo seu belo traseiro, o que o deixou mais cedento em comê-la daquela forma primitiva. Segurou seus cabelos e puxou seu corpo contra o dele. Ela, semi-ereta, deixou-se conduzir pelas mãos e braços fortes do rapaz, que foi intercalando os puxões de cabelo com fortes imposições e beliscões pelos seios. E a selvagem dama só conseguia dar gritinhos lascivos, que o enlouqueciam mais e mais na iminência do orgasmo.
Quando ambos não aguentavam mais, ele deu a última estocada forte e permaneceu dentro dela, inundando-a como havia prometido.
Soltaram seus corpos e então sim, após algumas carícias, adormeceram o sono dos justos que se embriagam no prazer.
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quinta-feira, 25 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Provocação - Parte 1
Ele era estranho, calado, semblante fechado. Mas algo palpitava dentro dela sempre que aqueles olhos castanhos cruzavam os seus.
Tatuagens expostas. Ela no tornozelo, pescoço e nas costas; ele nos braços, invadindo o peito e o pescoço, pulando camiseta afora. Haviam se conhecido há meses. Nunca prestaram muita atenção um ao outro. Mas naquele dia algo mudou. Ela falou dos seus fetiches para alguns amigos em comum e seu olhar brilhou. Aos poucos a atenção foi monopolizada, assim como ela gostava que fosse. P-R-O-V-O-C-A-Ç-Ã-O!
O interesse foi crescendo e as observações também. Em minutos ele já havia reparado no seu decote, nos seus pés, nos seu olhar e nos cabelos rubros, além das palavras sempre muito bem escolhidas, pronunciadas em tom lascivo por aquela boca carnuda. Sim, ela sabia seduzir até o mais duro dos machões!
Várias investidas de olhares. Vários encontros ‘casuais’. Várias reuniões...
- Podes ir lá em casa ver se há algo a aproveitar na minha discografia.
- Vou sim. Agora?
- Claro.
Havia fogo nos olhos clandestinos de ambos. Entraram porta adentro do apartamento. A timidez se configurou como mais uma arma diabólica de sedução.
- Tenho Glory Box e outras do Portishead (sorriso maroto)
- Não sei se lembro bem. Será que podemos ouvir no seu quarto?
Falta de ar. Os movimentos, frenéticos demais, deixavam a respiração tornar-se algo supérfluo em meio à volúpia dos corpos se fundindo, peças de roupa voando e passos mal conduzidos palpados nas paredes do corredor que conduzia à suíte. Certamente Glory Box era lembrada em casa vai-e-vem.
Foi tão rápido o traçado entre a frase tímida/marota e dois corpos nus em cima da cama que até este clássico da fuck music pareceria monótona se estivesse tocando.
Ela fez questão de lamber-lhe todas as tatuagens buscando apreender um pouco do da sua sensualidade. Ele era incrivelmente sexy! Ele deteve-se nos pés, nos seios, na boca, na nuca e no sexo, não necessariamente nesta ordem. Parecia querer engoli-la.
Pernas cruzadas e uma nova posição se adaptou à anatomia de ambos. Com suas mãos firmes, ele segurou os quadris dela, ditando os movimentos que ela suavemente mantinha com a pressão das suas coxas nas dele. Dessa forma tudo era acessível, do íntimo ou belo. Desenhos expostos, mamilos intumescidos e línguas muito ocupadas. Era difícil controlar o prazer, mas nenhum deles queria findar aquele momento de erotismo simbiótico tão raro.
- Não agüento mais. (Ela disse sussurrando, avisando do gozo iminente)
- Por mim ficaria aqui a noite toda vendo você gozar. (Respondeu lentamente beijando seu lóbulo da orelha esquerda)
Ela olhou no fundo de seus olhos, gemendo e implorando sem palavra pelo gozo simultâneo. Ele entendeu, moveu seus quadris e fez com que ela recostasse a cabeça sobre os travesseiros, de forma que as estocadas aumentassem de ritmo e ambos atingissem o orgasmo juntos.
Alguns segundos e os gritos concretizaram o desejo. Em seu íntimo, ela sentiu-se inundada de prazer.
E o rapaz a surpreenderia em poucos minutos quando ela percebeu que o pós-gozo foi apenas um rápido cochilo do ‘rapazinho’, já pronto para a próxima!
(Continua)
Tatuagens expostas. Ela no tornozelo, pescoço e nas costas; ele nos braços, invadindo o peito e o pescoço, pulando camiseta afora. Haviam se conhecido há meses. Nunca prestaram muita atenção um ao outro. Mas naquele dia algo mudou. Ela falou dos seus fetiches para alguns amigos em comum e seu olhar brilhou. Aos poucos a atenção foi monopolizada, assim como ela gostava que fosse. P-R-O-V-O-C-A-Ç-Ã-O!
O interesse foi crescendo e as observações também. Em minutos ele já havia reparado no seu decote, nos seus pés, nos seu olhar e nos cabelos rubros, além das palavras sempre muito bem escolhidas, pronunciadas em tom lascivo por aquela boca carnuda. Sim, ela sabia seduzir até o mais duro dos machões!
Várias investidas de olhares. Vários encontros ‘casuais’. Várias reuniões...
- Podes ir lá em casa ver se há algo a aproveitar na minha discografia.
- Vou sim. Agora?
- Claro.
Havia fogo nos olhos clandestinos de ambos. Entraram porta adentro do apartamento. A timidez se configurou como mais uma arma diabólica de sedução.
- Tenho Glory Box e outras do Portishead (sorriso maroto)
- Não sei se lembro bem. Será que podemos ouvir no seu quarto?
Falta de ar. Os movimentos, frenéticos demais, deixavam a respiração tornar-se algo supérfluo em meio à volúpia dos corpos se fundindo, peças de roupa voando e passos mal conduzidos palpados nas paredes do corredor que conduzia à suíte. Certamente Glory Box era lembrada em casa vai-e-vem.
Foi tão rápido o traçado entre a frase tímida/marota e dois corpos nus em cima da cama que até este clássico da fuck music pareceria monótona se estivesse tocando.
Ela fez questão de lamber-lhe todas as tatuagens buscando apreender um pouco do da sua sensualidade. Ele era incrivelmente sexy! Ele deteve-se nos pés, nos seios, na boca, na nuca e no sexo, não necessariamente nesta ordem. Parecia querer engoli-la.
Pernas cruzadas e uma nova posição se adaptou à anatomia de ambos. Com suas mãos firmes, ele segurou os quadris dela, ditando os movimentos que ela suavemente mantinha com a pressão das suas coxas nas dele. Dessa forma tudo era acessível, do íntimo ou belo. Desenhos expostos, mamilos intumescidos e línguas muito ocupadas. Era difícil controlar o prazer, mas nenhum deles queria findar aquele momento de erotismo simbiótico tão raro.
- Não agüento mais. (Ela disse sussurrando, avisando do gozo iminente)
- Por mim ficaria aqui a noite toda vendo você gozar. (Respondeu lentamente beijando seu lóbulo da orelha esquerda)
Ela olhou no fundo de seus olhos, gemendo e implorando sem palavra pelo gozo simultâneo. Ele entendeu, moveu seus quadris e fez com que ela recostasse a cabeça sobre os travesseiros, de forma que as estocadas aumentassem de ritmo e ambos atingissem o orgasmo juntos.
Alguns segundos e os gritos concretizaram o desejo. Em seu íntimo, ela sentiu-se inundada de prazer.
E o rapaz a surpreenderia em poucos minutos quando ela percebeu que o pós-gozo foi apenas um rápido cochilo do ‘rapazinho’, já pronto para a próxima!
(Continua)
terça-feira, 9 de março de 2010
trecho apropriado
Ontem finalmente terminei de reler o "Eu sou uma lésbica", da Cassandra Rios. Me aproprio agora, por emoções recentes, de um trecho que cabe na minha vidinha nem-tão-comum-nem-tão-certinha.
"[...] Não seria possível distinguir essa emoção e paixão da loucura, tal o paroxismo a que chegamos. O calor do seu corpo penetrou-me, num delírio de embriagadora volúpia. As mãos nos seios, a boca na boca, a sandália entre os nossos corpos, o fetiche assassino, o fetiche estuprador, o fetiche simbólico que procurava seu esconderijo, o corpo que se movia para engolir o salto, a sandália metida entre os nossos corpos, rolando na cama, tecido rasgando, gemidos e palavras soltas, sem nexo, sôfregos e dolorosos, entre lágrimas e suor, pernas cruzando, coxas ajeitando-se, borboletas de asas negras entranhando-se numa dança frenética e sensual, numa fantasia que fez uma criança virar monstro e uma mulher se sentir um anjo."
Recomendo: o livro e a experiência...
"[...] Não seria possível distinguir essa emoção e paixão da loucura, tal o paroxismo a que chegamos. O calor do seu corpo penetrou-me, num delírio de embriagadora volúpia. As mãos nos seios, a boca na boca, a sandália entre os nossos corpos, o fetiche assassino, o fetiche estuprador, o fetiche simbólico que procurava seu esconderijo, o corpo que se movia para engolir o salto, a sandália metida entre os nossos corpos, rolando na cama, tecido rasgando, gemidos e palavras soltas, sem nexo, sôfregos e dolorosos, entre lágrimas e suor, pernas cruzando, coxas ajeitando-se, borboletas de asas negras entranhando-se numa dança frenética e sensual, numa fantasia que fez uma criança virar monstro e uma mulher se sentir um anjo."
Recomendo: o livro e a experiência...
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Wife-sharing
Fetiche é fetiche e, lembrando de uma conversa que tive com meu amigo ACM, reforço que por mais que nos pareça absurda a vontade alheia, o respeito deve imperar. Pois então, com base nessa premissa, segue mais um conto que pode ser real ou fictício... ou ambos... :P
Ela estava confusa com os apelos do namorado. Os fetiches dele lhe pareciam absurdos e ofensivos demais, mesmo para uma mulher de mente aberta, com tantas aventuras no currículo.
Em meio aos diversos 'apelos', o desejo de ser corno. Empolgada de início, visitou vários blogs em busca de informações sobre quem partilhasse do mesmo fetiche. Chegou a ficar excitada com alguns vídeos e fotos, treinou a imaginação, sentiu tesão...
Porém, na primeira chance do fetiche sair da fantasia e pular para a realidade, ele não reagiu como ela pensava. Um sentimento de posse tomou conta do rapaz que a humilhou, disse frases absurdas e a acusou de ser infiel. Confusão e frustração resumiam os sentimentos e pensamentos dela. Com poucos ela partilhou desse turbilhão e, das mulheres, ouviu a mesma frase com palavras diferentes: "no fundo todos eles querem e gostam de ser cornos, amiga!"
Meu deus, ou ela era ingênua demais ou tinha pudores que sequer imaginava. Porém, escreveu uma carta ao namorado colocando seu ponto de vista, exigindo respeito; afinal, não havia feito nada de mais. Pretendia, é verdade, mas também para satisfazer um fetiche dele e não só os desejos dela.
O escolhido era alguém íntimo, amigo de algum tempo e ficante eventual antes dela conhecer o atual namorado. Perfil psicológico ideal, desencanado, bonito, alto astral, bom de cama e fetichista. Casado, não daria com a língua nos dentes. Aos olhos do namorado, no universo das idéias e propostas também parecia o parceiro ideal. Mas por que ele deu para trás?
Enfim...
Apesar do abismo que existia entre as fantasias do rapaz, expressa em comunidades diversas no orkut, e a prática propriamente dita, mal sabia ele que mexeu com a mulher errada. Uma mulher teimosa, determinada e extremamente curiosa. Jamais ela se conformaria em apagar a fogueira sem dar sequer um pulinho nela e provar do seu calor...
Então, uma linda idéia surgiu em sua mente: por que não torná-lo corno com uma mulher e não com um homem para começar?
---
Gabriele era o nome da moça que havia lhe dado o telefone há duas semanas. Ruiva natural, do tipo com sardas delicadas por todo o rosto e corpo, com lindos olhos azuis. Elas flertaram rapidamente, trocaram alguns elogios e aquele olhar que só duas mulheres livres sabem o que significa.
Não iria ligar. Não estava a fim de sexo por sexo; além disso, pretendia ser leal E FIEL ao seu novo parceiro, isso incluía as 'muchachas'. Mas agora...
---
Gabriele parecia ansiosa. O restaurante estava cheio, porém ainda com zona de conforto. Conversaram alguns minutos e ela abriu o jogo. Disse sentir-se atraída por 'Gabi' e até toparia sair somente as duas algumas vezes, desde que lhe fizesse o favor de 'comê-la' na frente do namorado. De cara, Gabriele franziu a testa, mas depois acabou gostando, sentindo-se poderosa por fazer um homem de bobo.
No dia marcado era quente, mas chovia. Gabriele chegou no horário marcado, 20 minutos antes da hora costumeira dele retornar do trabalho. Despiu-se. Trocaram carícias, denunciando que havia muita química entre ambas. Ela deixou tudo pronto, inclusive Gabi cuidadosamente deitada sobre os lençóis tigrados.
O interfone tocou. Ela atendeu e o recebeu na porta com um longo beijo. Disse ter uma surpresa. Ele elogiou seu perfume e foi indo para o quarto, despindo a camiseta suada. Parou à porta perplexo com a visão da ruiva semi-nua sobre a cama. Olhou para trás, sorriu, aprovou!
Com um sorriso sacana nos lábios, ela se dirigiu ao quarto e pediu que ele sentasse e apreciasse a cena. Deitou-se ao lado de Gabi que, meio trêmula, disse um 'oi' meio sem graça, retribuído por ele com ênfase. O beijo deu a partida para a cena. Ambas estavam apenas de calcinha e sutiã que, aos poucos, foram jogados sobre ele. Rapidamente Gabi estava no meio das pernas dela, sugando e lambendo tudo que via pela frente, incluindo aquele belíssimo monte de vênus já interamente úmido.
O gozo veio rápido pela habilidade de Gabi e pelo olhar guloso dele que acompanhava a cena com uma paixão que ela só havia visto em seus olhos algumas poucas vezes. O volume da calça era evidente e ela sugeriu que ele se tocasse, já que não poderia tocar em nenhuma delas. Assim ele o fez, sem pronunciar palavra. Abriu o zíper da calça, baixou a cueca e começou uma masturbação lenta e firme, enquanto olhava sua doce namorada sendo devorada por outra.
Retribuindo aos três orgasmos que teve nas mãos e na língua de Gabi, ela provou que o hedonismo é o seu lema. Começou com um beijo ardente, desceu pelos seios, onde se deteve por vários minutos; lambeu a barriga e afastou suas pernas. A essa altura, ele não aguentava mais o tesão. Ela tinha certeza que ele queria pular nela. Porém, era proibido! Nesta noite, ela era da Gabriele e ele mero expectador / espectador... corno manso...
Quando Gabi deu o último suspiro do orgasmo, ele fechou os olhos e colocou a mão sobre seu membro, inundando as calças e a barriga de prazer.
Recompostos, tomaram um café, conversaram algumas bobagens e Gabi se foi, prometendo um novo encontro, agora só entre as duas. Mal ela bateu a porta, ele a agarrou, querendo lamber o que restou de ambas no corpo dela. Mas isso é assunto para um outro conto... Com a certeza que, mais cedo ou mais tarde, ele aceitará ver a mesma cena com um homem!
Ela estava confusa com os apelos do namorado. Os fetiches dele lhe pareciam absurdos e ofensivos demais, mesmo para uma mulher de mente aberta, com tantas aventuras no currículo.
Em meio aos diversos 'apelos', o desejo de ser corno. Empolgada de início, visitou vários blogs em busca de informações sobre quem partilhasse do mesmo fetiche. Chegou a ficar excitada com alguns vídeos e fotos, treinou a imaginação, sentiu tesão...
Porém, na primeira chance do fetiche sair da fantasia e pular para a realidade, ele não reagiu como ela pensava. Um sentimento de posse tomou conta do rapaz que a humilhou, disse frases absurdas e a acusou de ser infiel. Confusão e frustração resumiam os sentimentos e pensamentos dela. Com poucos ela partilhou desse turbilhão e, das mulheres, ouviu a mesma frase com palavras diferentes: "no fundo todos eles querem e gostam de ser cornos, amiga!"
Meu deus, ou ela era ingênua demais ou tinha pudores que sequer imaginava. Porém, escreveu uma carta ao namorado colocando seu ponto de vista, exigindo respeito; afinal, não havia feito nada de mais. Pretendia, é verdade, mas também para satisfazer um fetiche dele e não só os desejos dela.
O escolhido era alguém íntimo, amigo de algum tempo e ficante eventual antes dela conhecer o atual namorado. Perfil psicológico ideal, desencanado, bonito, alto astral, bom de cama e fetichista. Casado, não daria com a língua nos dentes. Aos olhos do namorado, no universo das idéias e propostas também parecia o parceiro ideal. Mas por que ele deu para trás?
Enfim...
Apesar do abismo que existia entre as fantasias do rapaz, expressa em comunidades diversas no orkut, e a prática propriamente dita, mal sabia ele que mexeu com a mulher errada. Uma mulher teimosa, determinada e extremamente curiosa. Jamais ela se conformaria em apagar a fogueira sem dar sequer um pulinho nela e provar do seu calor...
Então, uma linda idéia surgiu em sua mente: por que não torná-lo corno com uma mulher e não com um homem para começar?
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Gabriele era o nome da moça que havia lhe dado o telefone há duas semanas. Ruiva natural, do tipo com sardas delicadas por todo o rosto e corpo, com lindos olhos azuis. Elas flertaram rapidamente, trocaram alguns elogios e aquele olhar que só duas mulheres livres sabem o que significa.
Não iria ligar. Não estava a fim de sexo por sexo; além disso, pretendia ser leal E FIEL ao seu novo parceiro, isso incluía as 'muchachas'. Mas agora...
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Gabriele parecia ansiosa. O restaurante estava cheio, porém ainda com zona de conforto. Conversaram alguns minutos e ela abriu o jogo. Disse sentir-se atraída por 'Gabi' e até toparia sair somente as duas algumas vezes, desde que lhe fizesse o favor de 'comê-la' na frente do namorado. De cara, Gabriele franziu a testa, mas depois acabou gostando, sentindo-se poderosa por fazer um homem de bobo.
No dia marcado era quente, mas chovia. Gabriele chegou no horário marcado, 20 minutos antes da hora costumeira dele retornar do trabalho. Despiu-se. Trocaram carícias, denunciando que havia muita química entre ambas. Ela deixou tudo pronto, inclusive Gabi cuidadosamente deitada sobre os lençóis tigrados.
O interfone tocou. Ela atendeu e o recebeu na porta com um longo beijo. Disse ter uma surpresa. Ele elogiou seu perfume e foi indo para o quarto, despindo a camiseta suada. Parou à porta perplexo com a visão da ruiva semi-nua sobre a cama. Olhou para trás, sorriu, aprovou!
Com um sorriso sacana nos lábios, ela se dirigiu ao quarto e pediu que ele sentasse e apreciasse a cena. Deitou-se ao lado de Gabi que, meio trêmula, disse um 'oi' meio sem graça, retribuído por ele com ênfase. O beijo deu a partida para a cena. Ambas estavam apenas de calcinha e sutiã que, aos poucos, foram jogados sobre ele. Rapidamente Gabi estava no meio das pernas dela, sugando e lambendo tudo que via pela frente, incluindo aquele belíssimo monte de vênus já interamente úmido.
O gozo veio rápido pela habilidade de Gabi e pelo olhar guloso dele que acompanhava a cena com uma paixão que ela só havia visto em seus olhos algumas poucas vezes. O volume da calça era evidente e ela sugeriu que ele se tocasse, já que não poderia tocar em nenhuma delas. Assim ele o fez, sem pronunciar palavra. Abriu o zíper da calça, baixou a cueca e começou uma masturbação lenta e firme, enquanto olhava sua doce namorada sendo devorada por outra.
Retribuindo aos três orgasmos que teve nas mãos e na língua de Gabi, ela provou que o hedonismo é o seu lema. Começou com um beijo ardente, desceu pelos seios, onde se deteve por vários minutos; lambeu a barriga e afastou suas pernas. A essa altura, ele não aguentava mais o tesão. Ela tinha certeza que ele queria pular nela. Porém, era proibido! Nesta noite, ela era da Gabriele e ele mero expectador / espectador... corno manso...
Quando Gabi deu o último suspiro do orgasmo, ele fechou os olhos e colocou a mão sobre seu membro, inundando as calças e a barriga de prazer.
Recompostos, tomaram um café, conversaram algumas bobagens e Gabi se foi, prometendo um novo encontro, agora só entre as duas. Mal ela bateu a porta, ele a agarrou, querendo lamber o que restou de ambas no corpo dela. Mas isso é assunto para um outro conto... Com a certeza que, mais cedo ou mais tarde, ele aceitará ver a mesma cena com um homem!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Casa de campo
Era tarde na casa de campo. A maioria dos convidados já havia se recolhido. Ficamos apenas eu, ele e ela. Ela parecia distraída limpando o resto de sujeira que restou do jantar. Zelosa, quis conferir pessoalmente o trabalho das empregadas e do caseiro. Cabelos presos de forma displicente, blusa regata justa ao corpo esguio, short jeans, sandália e um colar de contas com algumas pedras.
Ele, parado, observava a lua hipnotizado. Cabelo soltos, roupa folgada, descalço. Nada parecia aborrecê-lo.
Eu estava tensa. Queria dormir, mas algo me consumia as entranhas. Um fogo libidinoso que me provocava a ser desleal com a dona da casa, assediando o distraído rapaz.
Era uma noite macabra, pelo menos para mim. A sombra que o corpo dele projetava na varanda me incendiava a libido. Me aproximei, contemplei, fiz silêncio, o encarei e senti uma reciprocidade que não poderia ser traduzida em palavras. Ambos olhávamos na mesma direção. Queríamos o mesmo.
Absorta na sua fiscalização doméstica, ela nem percebeu nossa presença. De onde estava, ainda mais sem óculos, no máximo nos confundiria com duas grossas colunas da extensa varanda.
Sem proferir palavra, ele me beijou. Sem pensar em egoísmos, retribuí. Aos poucos ele me arrastou para a parte de trás da varanda, onde os convidados não nos ouviriam, a menos que algum estivesse perdido no escuro do hall de entrada.
Ele me colocou sentada na soleira da varanda. Eu estava com um vestido longo, porém fácil de manipular. Ele vestia uma bermuda com elástico e foi bem fácil deixar tudo livre para um pequeno e intenso trecho de êxtase num dia de festa. Ambos agarrados nos cabelos do outro, beijos e mordidas, estocadas rápidas e constantes, gozo frenético, tremores de volúpia que perpetuaram a rapidez do momento. Meu corpo era só espasmo; o dele só satisfação.
Compostura.
- Amor? Cadê você? Me ajude a levar os pratos maiores para a cozinha da casa?
- aham... só um minuto... to chegando (com o humor habitual e dissimulado nas palavras)
Algo me encanta na dissimulação, talvez por ser um aspecto tão diferente da minha natureza e uma competência tão perigosa e útil. Eu me joguei na rede, como se estivesse a adormecer. E, sim, haveria de ser parceira na dissimulação proposta pelo meu hostel.
Francamente? Há coisas que não tem explicação...
Ele, parado, observava a lua hipnotizado. Cabelo soltos, roupa folgada, descalço. Nada parecia aborrecê-lo.
Eu estava tensa. Queria dormir, mas algo me consumia as entranhas. Um fogo libidinoso que me provocava a ser desleal com a dona da casa, assediando o distraído rapaz.
Era uma noite macabra, pelo menos para mim. A sombra que o corpo dele projetava na varanda me incendiava a libido. Me aproximei, contemplei, fiz silêncio, o encarei e senti uma reciprocidade que não poderia ser traduzida em palavras. Ambos olhávamos na mesma direção. Queríamos o mesmo.
Absorta na sua fiscalização doméstica, ela nem percebeu nossa presença. De onde estava, ainda mais sem óculos, no máximo nos confundiria com duas grossas colunas da extensa varanda.
Sem proferir palavra, ele me beijou. Sem pensar em egoísmos, retribuí. Aos poucos ele me arrastou para a parte de trás da varanda, onde os convidados não nos ouviriam, a menos que algum estivesse perdido no escuro do hall de entrada.
Ele me colocou sentada na soleira da varanda. Eu estava com um vestido longo, porém fácil de manipular. Ele vestia uma bermuda com elástico e foi bem fácil deixar tudo livre para um pequeno e intenso trecho de êxtase num dia de festa. Ambos agarrados nos cabelos do outro, beijos e mordidas, estocadas rápidas e constantes, gozo frenético, tremores de volúpia que perpetuaram a rapidez do momento. Meu corpo era só espasmo; o dele só satisfação.
Compostura.
- Amor? Cadê você? Me ajude a levar os pratos maiores para a cozinha da casa?
- aham... só um minuto... to chegando (com o humor habitual e dissimulado nas palavras)
Algo me encanta na dissimulação, talvez por ser um aspecto tão diferente da minha natureza e uma competência tão perigosa e útil. Eu me joguei na rede, como se estivesse a adormecer. E, sim, haveria de ser parceira na dissimulação proposta pelo meu hostel.
Francamente? Há coisas que não tem explicação...
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Rapidinha
De lá pra cá são mais ou menos 30 km pela SC-401, estrada com alguns trechos duplicados e outros que são um desafio ao olho humano durante à noite e/ou quando chove. Sim, essa é a Florianópolis real, sem desmerecer essa Ilha maravilhosa que amo.
Mas tenho feito esse caminho todos os dias, praticamente, levando e buscando meu querido Chatinho até que o carro dele saia da loja. Hoje, no percurso de ida, conversávamos sobre libido e cheiros que despertam desejos. Ao contrário de quase todas as manhãs, tínhamos alguns minutos de sobra porque saímos antes de casa. Dia nublado, bastante chuva e, às 6h da manhã, quase nenhum movimento. Pois há um longo trecho da SC-401 praticamente deserto, onde só existe mato e asfalto. Creio que falamos tanta bobagem que a tal libido tomou conta. Alguns segundos de silêncio e ele me surpreendeu:
- Pára o carro.
- Parar aonde, honey?
- Pára no acostamento.
Como a ordem foi acompanhada de uma bela metida de mão por baixo do meu vestido, me tornei a mais submissa das mulheres. Mal parei o carro e ele já estava me engolindo com seus beijos e aquela delícia de mão que sabe me pegar como ninguém.
O clima estava ótimo. Os vidros rapidamente embassaram. Ele recuou o banco e eu subi nas coxas dele, erguendo a roupa que parece ter sido escolhida propositalmente (hum, preciso usar mais vestidos curtos...). Já estava todo arrumadinho e cheiroso para entrar na aula e eu o dessarrumei abruptamente. Não há como resistir àquele cheiro que meu nariz reconheceu como familiar desde a primeira noite.
Agimos rápido, como dois experientes devassos. Não demorou 5 minutos toda aquela volúpia, mas foi o suficiente para impregná-lo do meu cheiro pelo dia todo! Excelente dia eu tive...
Mas tenho feito esse caminho todos os dias, praticamente, levando e buscando meu querido Chatinho até que o carro dele saia da loja. Hoje, no percurso de ida, conversávamos sobre libido e cheiros que despertam desejos. Ao contrário de quase todas as manhãs, tínhamos alguns minutos de sobra porque saímos antes de casa. Dia nublado, bastante chuva e, às 6h da manhã, quase nenhum movimento. Pois há um longo trecho da SC-401 praticamente deserto, onde só existe mato e asfalto. Creio que falamos tanta bobagem que a tal libido tomou conta. Alguns segundos de silêncio e ele me surpreendeu:
- Pára o carro.
- Parar aonde, honey?
- Pára no acostamento.
Como a ordem foi acompanhada de uma bela metida de mão por baixo do meu vestido, me tornei a mais submissa das mulheres. Mal parei o carro e ele já estava me engolindo com seus beijos e aquela delícia de mão que sabe me pegar como ninguém.
O clima estava ótimo. Os vidros rapidamente embassaram. Ele recuou o banco e eu subi nas coxas dele, erguendo a roupa que parece ter sido escolhida propositalmente (hum, preciso usar mais vestidos curtos...). Já estava todo arrumadinho e cheiroso para entrar na aula e eu o dessarrumei abruptamente. Não há como resistir àquele cheiro que meu nariz reconheceu como familiar desde a primeira noite.
Agimos rápido, como dois experientes devassos. Não demorou 5 minutos toda aquela volúpia, mas foi o suficiente para impregná-lo do meu cheiro pelo dia todo! Excelente dia eu tive...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Janela indiscreta
Quando cheguei a Florianópolis, em 2007, morei num condomínio novo, desses projetos múltiplos tão comuns agora na Ilha. Duas torres e muita diversão. Uma inusitada eu descobri em algumas semanas... Havia um casal que gostava de exibir suas noites apimentadas nas janelas do seu apartamento. Devido à arquitetura do imóvel, ninguém conseguia detectar exatamente de que andar vinham os gemidos, mas a cada semana eles ficavam mais 'criativos' e intensos.
Eu me divertia com o prazer alheio, mas os puritanos de plantão reclamavam. Era começar a sessão de sexo e os interfones disparavam a tocar. Do 9° andar eu podia contemplar o coitado do porteiro dando voltas e voltas nas torres tentando achar os libertinos, sem sucesso. Na minha fantasia, eles se escondiam todas as vezes que alguém pudesse descobri-los cruamente. Uma vez até a polícia chamaram e, claro, nada pôde fazer!
Pois contei essa fábula da vida real ao meu digníssimo titular da vaga cardíaca atual. Coincidentemente ele mora no mesmo bairro onde vivi meu primeiro ano na capital catarinense. Da janela da sua sala é possível avistar as duas torres do condomínio onde o tórrido casal animou muitas das minhas noites. Ele mora no 5° andar e atrás do prédio há algumas casas com quintais visíveis, numa comunhão forçada de intimidades. O morrinho acentua essa 'invasão' imobiliária; já pude ver a vizinha trocando de roupa para entrar na piscina, já presenciei a moça atravessando a cozinha apenas de calcinha, assim como eles devem ter me visto fumando um cigarro, só de sutiã, escorada no parapeito da janela.
Não contente com essa intimidade, excitado com a minha história, veio da cozinha, onde preparava nosso jantar. Me abraçou longamente pelas costas. O vento batia de leve nos meus cabelos e senti 'alguém' animado. Delícia de sensação de desejo! Perguntei se o jantar estava pronto.
- Quase.
- Falta muito?
- Falta eu te comer
Silêncio e sorriso maroto.
- Como assim?
- Tu me deixou de pau duro com aquela história dos teus ex-vizinhos e eu quero o mesmo. Vamos divertir o prédio um pouco.
Quem se faria de rogada com uma proposta tão deliciosamente indecente? Eu? Jamé...
Me pus de costas de novo. Lentamente ele abaixou a minha calcinha, beijando e mordiscando as minhas costas. Afastei as pernas de leve, com a devida pressão que sentia na minha bunda. Sentindo que estava mais do que molhada, de uma vez só ele deu a primeira estocada. As duas mãos se apoiavam nos meus seios e eu não tinha outra alternativa senão segurar o parapeito da janela e gemer.
Não consigo fazer sexo sem gemer, ainda que baixinho. E era um momento de fetiche extremo, então nem me controlei. Em poucos minutos já havia alguns vizinhos das casas de trás observando a cena extasiados. Imagino que eles viam minha cara de satisfação, ouviam meus gemidos e apreciavam o balançar do meu corpo, ora suave, ora agressivo contra a janela. Embora não fosse possível que os espectadores vissem também meu amor me comendo, sabiam que havia alguém comigo pelos barulhos e porque ninguém poderia fingir daquela forma. A máxima do voyerismo...
O gozo veio simultâneo e intenso. Nos jogamos no tapete da sala e rimos, satisfeitos, exaustos, plenos de prazer.
Eu me divertia com o prazer alheio, mas os puritanos de plantão reclamavam. Era começar a sessão de sexo e os interfones disparavam a tocar. Do 9° andar eu podia contemplar o coitado do porteiro dando voltas e voltas nas torres tentando achar os libertinos, sem sucesso. Na minha fantasia, eles se escondiam todas as vezes que alguém pudesse descobri-los cruamente. Uma vez até a polícia chamaram e, claro, nada pôde fazer!
Pois contei essa fábula da vida real ao meu digníssimo titular da vaga cardíaca atual. Coincidentemente ele mora no mesmo bairro onde vivi meu primeiro ano na capital catarinense. Da janela da sua sala é possível avistar as duas torres do condomínio onde o tórrido casal animou muitas das minhas noites. Ele mora no 5° andar e atrás do prédio há algumas casas com quintais visíveis, numa comunhão forçada de intimidades. O morrinho acentua essa 'invasão' imobiliária; já pude ver a vizinha trocando de roupa para entrar na piscina, já presenciei a moça atravessando a cozinha apenas de calcinha, assim como eles devem ter me visto fumando um cigarro, só de sutiã, escorada no parapeito da janela.
Não contente com essa intimidade, excitado com a minha história, veio da cozinha, onde preparava nosso jantar. Me abraçou longamente pelas costas. O vento batia de leve nos meus cabelos e senti 'alguém' animado. Delícia de sensação de desejo! Perguntei se o jantar estava pronto.
- Quase.
- Falta muito?
- Falta eu te comer
Silêncio e sorriso maroto.
- Como assim?
- Tu me deixou de pau duro com aquela história dos teus ex-vizinhos e eu quero o mesmo. Vamos divertir o prédio um pouco.
Quem se faria de rogada com uma proposta tão deliciosamente indecente? Eu? Jamé...
Me pus de costas de novo. Lentamente ele abaixou a minha calcinha, beijando e mordiscando as minhas costas. Afastei as pernas de leve, com a devida pressão que sentia na minha bunda. Sentindo que estava mais do que molhada, de uma vez só ele deu a primeira estocada. As duas mãos se apoiavam nos meus seios e eu não tinha outra alternativa senão segurar o parapeito da janela e gemer.
Não consigo fazer sexo sem gemer, ainda que baixinho. E era um momento de fetiche extremo, então nem me controlei. Em poucos minutos já havia alguns vizinhos das casas de trás observando a cena extasiados. Imagino que eles viam minha cara de satisfação, ouviam meus gemidos e apreciavam o balançar do meu corpo, ora suave, ora agressivo contra a janela. Embora não fosse possível que os espectadores vissem também meu amor me comendo, sabiam que havia alguém comigo pelos barulhos e porque ninguém poderia fingir daquela forma. A máxima do voyerismo...
O gozo veio simultâneo e intenso. Nos jogamos no tapete da sala e rimos, satisfeitos, exaustos, plenos de prazer.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Leoa no fogo (em fogo)
O significado do seu nome é fogo divino ou leoa doce que almeja pelo espírito em elevação. Não sei o quanto carregamos dos nossos nomes nas nossas essências. E realmente acho que sou muito do que meu nome significa, assim como afirmo que minha filha é "aquela que traz alegria".
Pois bem, a doce leoa que surgiu na minha vida há pouco tempo tem um toque de rebeldia nas suas atitudes, expresso, em parte, em suas tatuagens e peircings, talvez no modo como arruma seus cabelos ou nas asas que adquire pilotando sua motocicleta.
Talvez, coincidentemente, seja leonina...
Ela me esperou por alguns minutos na esquina, onde fica a banca de revistas da quadra. O cabelos castanhos bagunçados em parte pelo penteado, parte pelo vento que soprava forte e morno. Os olhos convidativos perguntaram:
- Pronta!
- Sim, desculpe pelo atraso. Demorei no trânsito e queria passar uma água no corpo.
- Sem problemas. Te esperaria a tarde inteira.
Corei. Pus o capacete e subi na moto.
Foi muito bom sentir o ar em movimento invadindo todo o meu corpo, numa sensação de liberdade que só essas asas em rodas podem nos proporcionar. Timidamente ela procurava minha mão esquerda e a punha sobre sua coxa enquanto manobrava em meio ao trânsito caótico da SC-402 em obras.
Engraçado foi entrar no motel de moto. Nunca havia feito, embora hoje em dia nem seja mais problema porque tudo é informatizado. Claro que sei que há pessoas nos vendo, mas sem o olho no olho a vergonha diminui e muito!
Não quis sacrificar seu 1,60 m de altura e pouco mais de 50 kg; desci da moto da forma mais leve que consegui, sendo essa pessoa 'miúda' que sou. Entrei no quarto falando, como sempre, e ela sorria para mim. Tirei as sandálias e deitei. Ela arrumou as bolsas e capacetes em cima da mesa, tirou a blusa e deitou ao meu lado. Observava como meus lábios se moviam e meus pés balançando no reflexo do espelho lateral. E quando eu finalmente respirei do meu discurso egocêntrico ela me beijou. Um longo e molhado beijo.
Corei. Retribui e a puxei para mim. Interessante como pessoas pequenas podem se tornar leoas quando querem algo. Pois minha pequena leonina 'avançou' em mim com a fúria e sensualidade dos felinos. As mãos ágeis rapidamente tiraram a minha calça, calcinha e o meu sutiã (eis uma dificuldade que mulheres não têm...). Beijou meu pescoço, seios, barriga e parou nela. Sim, a moça tem uma língua que faria qualquer um entregar seu reino.
Lambidas intercaladas com chupadinhas de leve no lugar certo me faziam contorcer todos os músculos do corpo. Aos poucos ela foi colocando um, dois, três dedos. Gozei! Gozei muito! Acho que deixei o rosto dela inundado. Mas ela não parou... Agora colocava um dedo atrás e dois na frente, lambendo sem parar. Rindo, em meio ao êxtase, perguntei se fazia malhação de glúteos e tríceps ou da língua. Parou de me lamber por alguns segundos e disse:
- Quando se tem tudo isso numa cama, a gente até esquece a fadiga muscular...
Voltei e me contorcer e gozei de novo, dessa vez com mais intensidade e por mais tempo. Não tinha mais forças. Pedi arrego!
- Tá, deita aqui nos meus braços enquanto eu me refaço, doidinha!
- Delícia és tu, mulher! Linda, simpática e gostosa. Confesso que não imaginava que fosse assim.
- Deiuxa de ser boba, você é ótima e eu nem fiz nada ainda.
- Mesmo que não fizesse, estou feliz por estar aqui contigo.
Dei um sorriso satisfeito, porém receoso. Como sempre digo, não sou bissexual, muito menos lésbica. Nunca me apaixonei por uma mulher e meu fetiche é muito pontual, por tipos muito específicos e de forma bem esporádica. Meu receio era não saber lidar com o pós. Então mentalizei o meu mantra :"viva o agora, viva o presente" e pronto.
Tomei uma ducha e voltei pra cama enquanto ela fumava um cigarro, já nua. Contou que só fumava nessas ocasiões. Me ofereceu; recusei e comecei a beijá-la. No primeiro toque da minha língua nos seios dela, as pernas se abriram. Posicionei meu corpo entre suas coxas e fui descendo o movimento da língua e do peircing pela barriga bem torneada até chegar ao sexo. Linda xana, rosada e molhada, com poucos e ralos pêlos, e, contrariando meus amigos queridos, poderia dizer que até cheiorosa é. Um cheiro todo especial que só quem curte o oral assim sabe do que estou falando.
Tentei ser tão competente quanto ela foi. Acho que consegui porque o gozo foi intenso. Mas a ninfomaníaca aqui queria mais e eu subi sobre ela de forma contrária. Se todos soubessem como é bom o 69 entre duas mulheres, ficariam com inveja desse momento. Impus o meu ritmo e as minhas vontades. Embora ela soubesse que sou dominatrix, saí com ela longe dessa pretensão. Só que tem horas que a natureza da gente fala mais alto. Muitos dedos, alguns tapinhas nas coxas, arranhões na bunda e haja língua...
Peguei o sabonete e passei pelos seus seios. Adoro a sensação do toque de seios ensaboados. Ela fez o mesmo em mim, com a diferença que os meus devem ser o triplo do tamanho dos dela. Brincou feito criança neles. Deixei e me diverti muito, enquanto a água batia nas minhas costas. E dessa vez o gozo veio individual: primeiro ela, depois eu. O toque suave dos dedos e as carícias nos seios entumecidos de prazer brindou a tarde exótica que tive neste novembro quente em Floripa.
... E qualquer outra sensação vista no espelho do quarto perdeu a importância diante do que ficou na memória das sensações...
Pois bem, a doce leoa que surgiu na minha vida há pouco tempo tem um toque de rebeldia nas suas atitudes, expresso, em parte, em suas tatuagens e peircings, talvez no modo como arruma seus cabelos ou nas asas que adquire pilotando sua motocicleta.
Talvez, coincidentemente, seja leonina...
- Pronta!
- Sim, desculpe pelo atraso. Demorei no trânsito e queria passar uma água no corpo.
- Sem problemas. Te esperaria a tarde inteira.
Corei. Pus o capacete e subi na moto.
Foi muito bom sentir o ar em movimento invadindo todo o meu corpo, numa sensação de liberdade que só essas asas em rodas podem nos proporcionar. Timidamente ela procurava minha mão esquerda e a punha sobre sua coxa enquanto manobrava em meio ao trânsito caótico da SC-402 em obras.
Engraçado foi entrar no motel de moto. Nunca havia feito, embora hoje em dia nem seja mais problema porque tudo é informatizado. Claro que sei que há pessoas nos vendo, mas sem o olho no olho a vergonha diminui e muito!
Não quis sacrificar seu 1,60 m de altura e pouco mais de 50 kg; desci da moto da forma mais leve que consegui, sendo essa pessoa 'miúda' que sou. Entrei no quarto falando, como sempre, e ela sorria para mim. Tirei as sandálias e deitei. Ela arrumou as bolsas e capacetes em cima da mesa, tirou a blusa e deitou ao meu lado. Observava como meus lábios se moviam e meus pés balançando no reflexo do espelho lateral. E quando eu finalmente respirei do meu discurso egocêntrico ela me beijou. Um longo e molhado beijo.
Corei. Retribui e a puxei para mim. Interessante como pessoas pequenas podem se tornar leoas quando querem algo. Pois minha pequena leonina 'avançou' em mim com a fúria e sensualidade dos felinos. As mãos ágeis rapidamente tiraram a minha calça, calcinha e o meu sutiã (eis uma dificuldade que mulheres não têm...). Beijou meu pescoço, seios, barriga e parou nela. Sim, a moça tem uma língua que faria qualquer um entregar seu reino.
Lambidas intercaladas com chupadinhas de leve no lugar certo me faziam contorcer todos os músculos do corpo. Aos poucos ela foi colocando um, dois, três dedos. Gozei! Gozei muito! Acho que deixei o rosto dela inundado. Mas ela não parou... Agora colocava um dedo atrás e dois na frente, lambendo sem parar. Rindo, em meio ao êxtase, perguntei se fazia malhação de glúteos e tríceps ou da língua. Parou de me lamber por alguns segundos e disse:
- Quando se tem tudo isso numa cama, a gente até esquece a fadiga muscular...
Voltei e me contorcer e gozei de novo, dessa vez com mais intensidade e por mais tempo. Não tinha mais forças. Pedi arrego!
- Tá, deita aqui nos meus braços enquanto eu me refaço, doidinha!
- Delícia és tu, mulher! Linda, simpática e gostosa. Confesso que não imaginava que fosse assim.
- Deiuxa de ser boba, você é ótima e eu nem fiz nada ainda.
- Mesmo que não fizesse, estou feliz por estar aqui contigo.
Dei um sorriso satisfeito, porém receoso. Como sempre digo, não sou bissexual, muito menos lésbica. Nunca me apaixonei por uma mulher e meu fetiche é muito pontual, por tipos muito específicos e de forma bem esporádica. Meu receio era não saber lidar com o pós. Então mentalizei o meu mantra :"viva o agora, viva o presente" e pronto.
Tomei uma ducha e voltei pra cama enquanto ela fumava um cigarro, já nua. Contou que só fumava nessas ocasiões. Me ofereceu; recusei e comecei a beijá-la. No primeiro toque da minha língua nos seios dela, as pernas se abriram. Posicionei meu corpo entre suas coxas e fui descendo o movimento da língua e do peircing pela barriga bem torneada até chegar ao sexo. Linda xana, rosada e molhada, com poucos e ralos pêlos, e, contrariando meus amigos queridos, poderia dizer que até cheiorosa é. Um cheiro todo especial que só quem curte o oral assim sabe do que estou falando.
Tentei ser tão competente quanto ela foi. Acho que consegui porque o gozo foi intenso. Mas a ninfomaníaca aqui queria mais e eu subi sobre ela de forma contrária. Se todos soubessem como é bom o 69 entre duas mulheres, ficariam com inveja desse momento. Impus o meu ritmo e as minhas vontades. Embora ela soubesse que sou dominatrix, saí com ela longe dessa pretensão. Só que tem horas que a natureza da gente fala mais alto. Muitos dedos, alguns tapinhas nas coxas, arranhões na bunda e haja língua...
Gozamos quase juntas, corpos tremendo ao mínimo toque. Eletricidade pura era o que corria nas nossas veias. Alguns minutos de intervalo, conversas, risos, falei mais de mim, ela falou bastante dela (e eu notei muitos traços leoninos já velhos conhecidos meus). Ducha e últimas forças para o último orgasmo. Nesse jogo, sairíamos empatadas com todo orgulho do mundo.
Peguei o sabonete e passei pelos seus seios. Adoro a sensação do toque de seios ensaboados. Ela fez o mesmo em mim, com a diferença que os meus devem ser o triplo do tamanho dos dela. Brincou feito criança neles. Deixei e me diverti muito, enquanto a água batia nas minhas costas. E dessa vez o gozo veio individual: primeiro ela, depois eu. O toque suave dos dedos e as carícias nos seios entumecidos de prazer brindou a tarde exótica que tive neste novembro quente em Floripa.
... E qualquer outra sensação vista no espelho do quarto perdeu a importância diante do que ficou na memória das sensações...
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Cantinho secreto
Como meu querido não conhece tão bem a Ilha, coube a mim mostrar certos 'cantinhos' a ele. Passeamos por várias praias, fomos ao Mirante da Mole e depois jantamos. Foi muito divertido. Realmente temos muitas afinidades. Depois de rir bastante, voltamos ao carro. Desde a saída do hotel havia dito que teria uma surpresa pra ele. Estava de vestido, como ele pediu. Um vermelho que adoro por deixar minhas pernas e colo lindos. Prendi os cabelos por causa do calor e para deixar minha nuca evidente para as mordidas que certamente levaria...
Fui orientando o caminho e bolinando o moço. Tão bom sentir que alguém sente tesão ao nosso menor toque! Aquilo estava duro feito pedra, querendo escalar as roupas íntimas dele para sentir meus dedos pele a pele. Mesmo assim, quando parávamos no sinal, quem o olhasse nada perceberia. Realmente admiro essas pessoas que não transparecem suas sensações mais íntimas, embora sinta um tantinho de medo delas...
Em 20 minutos chegamos à praia. Ele me olhou um tanto confuso porque o local realmente parece muito deserto. Penso que sentiu certo medo de mim naquele momento, mas eu logo o desarmei com um longo beijo, seguido de um boquete daqueles que (desculpa!) só eu sei fazer.
Deixei ele bem aceso até estar prestes a gozar. Abri a porta do carro e o convidei a sair. Ele o fez. Puxei-o pela mão como duas crianças que fazem alguma travessura. Tirei as sandálias e sugeri que ele tirasse o tênis e as meias. Fez em pulinhos, se equilibrando na areia.
Passando a mini floresta de galhos retorcidos, o luar se abriu refletindo na água bem próximo à orla. A cena era linda e nos entorpeceu por alguns instantes. Embora eu já conhecesse aquele lugar, nunca havia presenciado num cenário tão perfeito. Pensei "estou com sorte DE VERDADE hoje!"
Sim, foi uma daquelas noites onde parece que todo o universo conspirou ao meu favor. Ou melhor, ao nosso favor...
Molhamos os pés na água. Estava convidativa. Uma mulher bem prevenida usa uma bolsa grande e nela há várias coisas, entre elas uma toalha que permitiria que nos secássemos antes de nos vestir depois. Tirei meu vestido e fiquei só de calcinha e sutiã. Ele fez questão de me olhar mais detalhadamente na penumbra da lua. Corei e me senti uma deusa. Puxei o corpo dele ainda vestido e fui tirando sua roupa em meio aos beijos ardentes. Nossos corpos pediam uma fusão e a água ajudaria e muito essa comunhão. Em segundos estávamos nus. Como não conseguia abrir um dos ganchinhos do meu sutiã, ele terminou por rasgar parte da peça. Quem se importa? Adorei ser violada dessa forma com tamanha paixão.

Entramos na água que parecia mais quente, tamanho o fogo que nos consumia. O sal da água temperava os bicos dos meus seios, completamente tesos, que ele abocanhava com fome. Me entreguei nos seus braços, soltei meu corpo e me deixe conduzir por ele. Já estava muito molhada por dentro quando senti a cabeça daquele membro pulsando no meu grelo. Mordisquei seus lábios e sorri, querendo fazer doce. Mexi o quadril, impedindo que ele me penetrasse na hora, fazendo com que tivesse que me buscar na água. Soltei meus braços do seu pescoço e dei algumas braçadas. Ele veio atrás de mim e me pegou. Firmou meu quadril entre seus braços, abriu minhas pernas com autoridade e me preencheu de uma só vez. Doeu um pouco por causa da água do mar, mas foi só eu sentir aquilo tudo dentro de mim pra esquecer qualquer desconforto. Em estocadas fortes e frenéticas, ele me comeu por alguns longos minutos. Meus gemidos poderiam ser ouvidos na praia vizinha. Estava quase gozando quando ele parou, olhou nos meus olhos e me ordenou que virasse de costas. O encaixe dos quadris demorou um pouco por causa do balanço do mar, mas quando conseguimos, ele segurou meus seios, apertando os bicos enquanto mordia minha nuca... e eu fui à loucura.
Não tardou para que gozássemos juntos, com abundância. Virei e nos abraçamos, deixando a marolinha nos levar. Ainda na mesma noite transamos mais três vezes, só que no conforto da cama do hotel. E, sim, eu pude testar os meus dotes de domme de forma leve e descontraída. Felizmente ele gostou.
Realmente o sabor da pimenta com o toque de baunilha é ótimo! ;-)
domingo, 6 de setembro de 2009
dia do sexo
desligue o computador e vá transar - adorei essa campanha de uma marca de preservativos. apoiada com todo o prazer!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
O outro
O casamento dela era morno. Havia se casado por amor, era verdade. Porém, com o tempo o marido se mostrou alguém mais preocupado em acumular posses do que consigo mesmo, muito menos com a família. Com isso não deixava de querer bem a ele; sequer comentava algo negativo a respeito do seu companheiro; pelo contrário. Mas...
Ela nunca havia tido insônia. Bem resolvida, fazia o que gostava, ganhava bem, ocupava um cargo importante no governo e se sentia bonita. Mas nas últimas semanas, muitos pensamentos assombravam o seu sono, afugentando seu descanso. E nem era pelos roncos profundos do marido; ela estava acostumada. Sabia que, ao dormir, a casa poderia ser carregada por um furacão e ele não acordaria.
Pois há alguns meses ela havia conhecido um certo rapaz que contribuía para aumentar sua insônia. Aparentemente alguém comum, não fossem pelos cabelos longos, um fetiche antigo que ela alimentava secretamente. Conversando, ela foi percebendo que havia algo a mais que a perturbaria: a química. Ah! Essa junção de substâncias invisíveis e explosivas, capazes de tirar qualquer cristão do rumo. Com o tempo, descobririam que as afinidades eram maiores que supunham.
Numa dessas noites de assalto ao sono, ela se viu perturbada por uma imagem na porta do quarto. Sim, o rapaz já havia estado em sua casa e sabia o caminho do quarto, mas daí a se atrever a visitá-la durante à noite sem avisar e, pior, com a presença do seu marido, ainda que roncando feito um rinoceronte, era ousadia demais para que ela acreditasse não se tratar de um sonho.
Esfregou os olhos e viu ele colocar o dedo indicador nos lábios, pedindo que ela permanecesse em silêncio. Estupefata com a atitude atrevida e perigosa do moço, ela ficou sentada. Em passos leves, ele chegou ao lado da cama dela. Trajava uma calça folgada e uma camiseta leve, parecendo um pijama. Logo ela percebeu que estava muito excitado e, pelas formas que estavam diante dos seus olhos, confirmava que estava sem cuecas.
Numa atitude insana, ela puxou o elástico da calça, deixando o membro desejado à mostra. Como se o marido fosse uma almofada de decoração over, ela abocanhou o dito cujo do rapaz com toda fome que só as mulheres mal comidas têm - ora, quem já passou por isso sabe que o pior tipo de solidão é a que se desfruta acompanhada.
Ele abafou os gemidos, fechando os olhos com o prazer crescente. Como de costume, ela dormia nua. Foi fácil, então, que ele se aproveitasse do momento. A única coisa que os distraía era algum ronco mais agudo do marido que parecia em outro planeta, alheio à luxúria que se passava ao seu lado.
Pensou em levá-lo para outro quarto, porém um misto de arrogância e provocação a fez continuar ali mesmo o que pretendia consumar. O rapaz parecia concordar com tudo sem proferir palavra. O entendimento era perfeito via olhares.
O rapaz entrou por baixo das cobertas entre suas pernas, até chegar ao sexo que pulsava de tesão. Estava completamente molhada. Com volúpia ele a invadiu com sua língua, arrancando gemidos e suspiros fortes. Nessa hora o marido fez menção de virar-se. Ela abafou o prazer. Ele continuava. O marido roncava mais alto. Ela não podia mais se conter e então explodiu em gozo, fazendo seu corpo tremer, arrastando parte das cobertas para o chão. O marido abre um olho como se não a reconhecesse, puxa as cobertas e vira para o lado de fora da cama... para a alegria de ambos.
Foi então que ele subiu por seu corpo, beijando cada pedaço de pele, aproveitando cada espasmo; quando à boca chegou, encaixou seu sexo no dela e segurou suas pernas bem abertas. As mãos dele percorriam todo o corpo dela e as dela ora estavam tocando aquele vai-e-vem pela bunda dele, ora torciam o lençol para evitar os gritos.
Poucos minutos e a intensidade do ato tornou insuportável evitar o gozo. Orgasmo simultâneo, intenso, surreal. A cena parecia um simulacro inimaginável até para Almodóvar. Mas o prazer foi real e inesquecível.
O marido? Continuou dormindo o sono dos bem-sucedidos cornos prósperos. Ela nunca mais seria a mesma. Ele, provavelmente não sairia ileso de tamanha paixão.
Ela nunca havia tido insônia. Bem resolvida, fazia o que gostava, ganhava bem, ocupava um cargo importante no governo e se sentia bonita. Mas nas últimas semanas, muitos pensamentos assombravam o seu sono, afugentando seu descanso. E nem era pelos roncos profundos do marido; ela estava acostumada. Sabia que, ao dormir, a casa poderia ser carregada por um furacão e ele não acordaria.
Pois há alguns meses ela havia conhecido um certo rapaz que contribuía para aumentar sua insônia. Aparentemente alguém comum, não fossem pelos cabelos longos, um fetiche antigo que ela alimentava secretamente. Conversando, ela foi percebendo que havia algo a mais que a perturbaria: a química. Ah! Essa junção de substâncias invisíveis e explosivas, capazes de tirar qualquer cristão do rumo. Com o tempo, descobririam que as afinidades eram maiores que supunham.
Numa dessas noites de assalto ao sono, ela se viu perturbada por uma imagem na porta do quarto. Sim, o rapaz já havia estado em sua casa e sabia o caminho do quarto, mas daí a se atrever a visitá-la durante à noite sem avisar e, pior, com a presença do seu marido, ainda que roncando feito um rinoceronte, era ousadia demais para que ela acreditasse não se tratar de um sonho.
Esfregou os olhos e viu ele colocar o dedo indicador nos lábios, pedindo que ela permanecesse em silêncio. Estupefata com a atitude atrevida e perigosa do moço, ela ficou sentada. Em passos leves, ele chegou ao lado da cama dela. Trajava uma calça folgada e uma camiseta leve, parecendo um pijama. Logo ela percebeu que estava muito excitado e, pelas formas que estavam diante dos seus olhos, confirmava que estava sem cuecas.
Numa atitude insana, ela puxou o elástico da calça, deixando o membro desejado à mostra. Como se o marido fosse uma almofada de decoração over, ela abocanhou o dito cujo do rapaz com toda fome que só as mulheres mal comidas têm - ora, quem já passou por isso sabe que o pior tipo de solidão é a que se desfruta acompanhada.
Ele abafou os gemidos, fechando os olhos com o prazer crescente. Como de costume, ela dormia nua. Foi fácil, então, que ele se aproveitasse do momento. A única coisa que os distraía era algum ronco mais agudo do marido que parecia em outro planeta, alheio à luxúria que se passava ao seu lado.
Pensou em levá-lo para outro quarto, porém um misto de arrogância e provocação a fez continuar ali mesmo o que pretendia consumar. O rapaz parecia concordar com tudo sem proferir palavra. O entendimento era perfeito via olhares.
O rapaz entrou por baixo das cobertas entre suas pernas, até chegar ao sexo que pulsava de tesão. Estava completamente molhada. Com volúpia ele a invadiu com sua língua, arrancando gemidos e suspiros fortes. Nessa hora o marido fez menção de virar-se. Ela abafou o prazer. Ele continuava. O marido roncava mais alto. Ela não podia mais se conter e então explodiu em gozo, fazendo seu corpo tremer, arrastando parte das cobertas para o chão. O marido abre um olho como se não a reconhecesse, puxa as cobertas e vira para o lado de fora da cama... para a alegria de ambos.
Foi então que ele subiu por seu corpo, beijando cada pedaço de pele, aproveitando cada espasmo; quando à boca chegou, encaixou seu sexo no dela e segurou suas pernas bem abertas. As mãos dele percorriam todo o corpo dela e as dela ora estavam tocando aquele vai-e-vem pela bunda dele, ora torciam o lençol para evitar os gritos.
Poucos minutos e a intensidade do ato tornou insuportável evitar o gozo. Orgasmo simultâneo, intenso, surreal. A cena parecia um simulacro inimaginável até para Almodóvar. Mas o prazer foi real e inesquecível.
O marido? Continuou dormindo o sono dos bem-sucedidos cornos prósperos. Ela nunca mais seria a mesma. Ele, provavelmente não sairia ileso de tamanha paixão.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
A Midwinter Night's Dream***
I arrived at my Mistress place and all of my feelings where touched by that pleasant atmosphere. It was inviting enough for wishing a hole life standing there close to my owner. She informed me all the instructions for the night as I entered her garçoniere."-I'm going to set you ready as I'm used to doing. I'm going to leave you alone as long as I want it. I need to take a refreshing shower and latter some delicious meal for dinner. Be polite!, Do not disturb my silence! I want you thinking about how good is this pleasure I offer you!
I was left there naked! My mouth was muted by a silver tape forcing my words inwards. My
silence was enhanced when she inserted those ear protectors due to leave me in contact with the thoughts inside my desire. My Mistress bandaged my head keeping my eyes totally in the dark. Without further words she left.
I was getting blue for feeling nothing but the cold floor under my empty butt. What a sad sadness! I love to be left tied, immobilized for hours and senseless. How I wonder she had tied me, plugged me in! Sad!
Suddenly I felt her hands on my butt cheeks inserting me a toy. My legs were bent to wear some panties. I heard her voice saying "-That makes you more comfortable!".

I was getting excited then I heard a new age song. Calm, soft... my time was coming.
The song was not clear anymore! My Mistress surprised me with her voice, close to my head. I couldn't feel her next to me but her voice. Maybe she was far from me, speaking with her red lips into the microphone.
I got the clue! It was a relaxing game. She was telling me to breath slowly, release the strength I had on my muscles. I was already relaxed with the voice of Her. Everything was perfect! I was constantly ordered not to move my arms and legs.
She told me to feel the scent of patchouli and it was getting stronger! It seemed to be within my nose. I was getting confused! I couldn't tell if my feelings were real or just my mind surrounded by desire.
This feeling play was getting more exciting as I felt a hand pressing my nipples and taking off my panties on my knees. I was confused, and the voice in my brain was telling me lots of nasty words. I was hot! My cock was hard as I've never felt it before.
The tape (as I presume) told me to feel the soft texture of her mouth sliding along my cock. I would love to never stop that feeling. I was put in a trance. I tried hard to move my body but I was immobilized, not with ropes but with my mind. I couldn't move my legs and arms. The voice was there saying what to feel. I was exposed to those words that my body and mind were under control.
I lost the track of reality among those feelings, words and senseless members.
Everything was precisely synchronized that I couldn't notice if I had lost my sanity or not. The voice of my Mistress told me to cum and my cock obeyed! Then I was told to relax and be in silence. It was so confusing, wonderful and inebriating. I was sure my arms and legs where there but I cummed immobilized.
I was relaxed! The voice told me my Mistress was unhappy that she could be healed punishing me. My mind started another cruising trough words and feelings. I was told to imagine a long and flexible cane touching the inner part of the thigh. At first I felt a light burning an then it started a torrent of crackings like rain beating down on my thighs.
Then I heard I would feel a hand turning my body aside to leave my butt free for another punishing act. The voice was telling me the facts that made me deserve those violent blows. I was remembered that I had to be an obedient submissive. That was the only way to make my Mistress happy.
It was so painful each rhythmic stroke I could feel inside my soul. My inert body was taken by the command of my Mistress severe as never.That feeling would remain for a long time as I was informed by the voice not to forget the power of my Mistress.
After consolidating in my mind the sensation of burning in my butt the voice made me relax again. The voice was gone and I could listen to the relaxing music again. The next song came with the presence of my Mistress letting my eyes and ears free again. Then she fed me.
Her skin was fresh and scented as she had just left the shower. The dinner was ready. There was no evidence of incense, cum or cane in the room. Everything was carefully in the same way. My buttocks were burning. That was the only thing that made me sure about everything I'd been through in that room (or in my mind). I touched the burning skin with my hand but it seemed normal. But the burning feeling was there!
*** Conto escrito pelo meu Monstrinho e fofamente traduzido / adaptado pelo Cosmo.
I was left there naked! My mouth was muted by a silver tape forcing my words inwards. My
silence was enhanced when she inserted those ear protectors due to leave me in contact with the thoughts inside my desire. My Mistress bandaged my head keeping my eyes totally in the dark. Without further words she left.
I was getting blue for feeling nothing but the cold floor under my empty butt. What a sad sadness! I love to be left tied, immobilized for hours and senseless. How I wonder she had tied me, plugged me in! Sad!
Suddenly I felt her hands on my butt cheeks inserting me a toy. My legs were bent to wear some panties. I heard her voice saying "-That makes you more comfortable!".

I was getting excited then I heard a new age song. Calm, soft... my time was coming.
The song was not clear anymore! My Mistress surprised me with her voice, close to my head. I couldn't feel her next to me but her voice. Maybe she was far from me, speaking with her red lips into the microphone.
I got the clue! It was a relaxing game. She was telling me to breath slowly, release the strength I had on my muscles. I was already relaxed with the voice of Her. Everything was perfect! I was constantly ordered not to move my arms and legs.
She told me to feel the scent of patchouli and it was getting stronger! It seemed to be within my nose. I was getting confused! I couldn't tell if my feelings were real or just my mind surrounded by desire.
This feeling play was getting more exciting as I felt a hand pressing my nipples and taking off my panties on my knees. I was confused, and the voice in my brain was telling me lots of nasty words. I was hot! My cock was hard as I've never felt it before.
The tape (as I presume) told me to feel the soft texture of her mouth sliding along my cock. I would love to never stop that feeling. I was put in a trance. I tried hard to move my body but I was immobilized, not with ropes but with my mind. I couldn't move my legs and arms. The voice was there saying what to feel. I was exposed to those words that my body and mind were under control.
I lost the track of reality among those feelings, words and senseless members.
Everything was precisely synchronized that I couldn't notice if I had lost my sanity or not. The voice of my Mistress told me to cum and my cock obeyed! Then I was told to relax and be in silence. It was so confusing, wonderful and inebriating. I was sure my arms and legs where there but I cummed immobilized.
I was relaxed! The voice told me my Mistress was unhappy that she could be healed punishing me. My mind started another cruising trough words and feelings. I was told to imagine a long and flexible cane touching the inner part of the thigh. At first I felt a light burning an then it started a torrent of crackings like rain beating down on my thighs.
Then I heard I would feel a hand turning my body aside to leave my butt free for another punishing act. The voice was telling me the facts that made me deserve those violent blows. I was remembered that I had to be an obedient submissive. That was the only way to make my Mistress happy.
It was so painful each rhythmic stroke I could feel inside my soul. My inert body was taken by the command of my Mistress severe as never.That feeling would remain for a long time as I was informed by the voice not to forget the power of my Mistress.
After consolidating in my mind the sensation of burning in my butt the voice made me relax again. The voice was gone and I could listen to the relaxing music again. The next song came with the presence of my Mistress letting my eyes and ears free again. Then she fed me.
Her skin was fresh and scented as she had just left the shower. The dinner was ready. There was no evidence of incense, cum or cane in the room. Everything was carefully in the same way. My buttocks were burning. That was the only thing that made me sure about everything I'd been through in that room (or in my mind). I touched the burning skin with my hand but it seemed normal. But the burning feeling was there!
*** Conto escrito pelo meu Monstrinho e fofamente traduzido / adaptado pelo Cosmo.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Seis mãos
Dividir o cenário de comando com meu Monstrinho - Esta situação me parecia absurda sob qualquer hipótese, mas não naquele fim de tarde, quando a terceira pessoa era quem era. Pelas janelas da minha alma, ela se mostrava aflita; pele clarinha, seios bem feitos, barriga lisinha, belas coxas e um traseiro convidativo. Os olhos são tímidos, contrastanto com a boca gulosa, sedenta de prazer. Os cabelos médios escuros, lisos, muitos brilhantes e cheirosos.Não sei como ela chegou ao meu quarto, mas sei quem a levou. Estava me testando? Ao invés do constrangimento, uma sensação de torpor tomou conta de mim. Olhei para ela como se avalia uma peça de rara beleza. Ele, postado estrategicamente atrás da moça, murmurava palavras sacanas em seus ouvidos, sem tirar os olhos de mim.
Parte dos longos cabelos do meu sub - agora, um partner cheio de atitude em comando - caía sobre os ombros alvos da belle de jour. Aos poucos ela se entregava e permitia que suas roupas fossem jogadas longe. As mãos dele percorriam todo o seu corpo, parando de forma mais longa nos seios. Ver os olhos dele se fecharem ao tocar os bicos dos seios dela me enchia de tesão e fui me aproximando. Atrevida, fez menção em escondê-lo de mim, como se o quisesse com exclusividade ou se tivesse a real propriedade. Ledo engano. Neste ínterim, quem comanda sou eu e ela entenderia isso rápida e deliciosamente...
Mais uma vez os lábios dele se moveram da nuca para o ouvido, murmurando algo que destravou suas pernas. A essa altura eu já sentia a respiração da bela no meu queixo, tão próxima eu estava, encarando-a com autoridade e desejo.
A habilidade do meu sub ainda não havia se desvencilhado da calcinha, tarefa que ele endereçou a mim pelo reflexo verde na penumbra. O vento soprava forte na janela, fazendo o corpo dela ficar mais rijo. Com a mão direita, afastei a calcinha e toquei seu clitóris, úmido e excitado. Com meus lábios a beijei com ardor, conquista e consumação. Com a mão esquerda atravessei o corpo dela, tocando o sexo do meu sub que já empurrava seu traseiro. Num instante me desfiz da última peça que ela usava.
Enquanto a beijava e a masturbava, sentia o ritmo da respiração dele aumentar e reagir às carícias no seu membro. Um das mãos dele então passou pelo meu pescoço e me puxou. Ela, aprisionada entre nós, se obrigou a presenciar nossas línguas se enroscando. Mas ao contrário de protestar, passou a participar e nos tocar com suas mãos, numa atitude ainda passiva, porém desejosa.
Tímida, suas mãos percorriam meus seios, como quem descobre um passeio diferente de férias. Larguei a boca dele e voltei a sentir o beijo mais delicado da moça, que me pedia com o olhar que fizesse aquilo que nem ela bem sabia o quê.Olhei para ele, que sorriu maroto, aprovando minha intenção. Desci com os lábios pela barriga, coloquei uma das pernas dela em cima da minha cadeira em frente ao notebook e comecei a usar a língua maliciosamente. Não sei se estranhando o piercing ou porque realmente meu talento é admirável, ela se contorcia e dava gritinhos. Ele a segurava, beijando suas costas, acariciando meus cabelos. Quando notei que ela estava próxima ao gozo, segurei o intrumento dele com força, impelindo-o para que a penetrasse. O movimento dos quadris de ambos denunciava a tentativa feliz.
Com um movimento da cabeça, pude sentir o sexo dela pulsando e o dele tocando minha língua enquanto eu a chupava. Ambos iriam gozar muito rápido.
Os gemidos aumentaram e a violência dos movimentos agora era evidente. Afastei o rosto e ele, parecendo entender minha volúpia, tirou o pênis dela para gozar na minha boca. Felizmente ele não esqueceu que todos os seus orgasmos me pertencem. Os jatos passaram pela pele e pelo gozo dela, inundando meu rosto de prazer.
Levantei e fui até o banheiro me recompor. Quando voltei, ambos me olhavam com cara de satisfação, como se eu houvesse realizado uma fantasia impossível. De certa forma, havia alguma razão nos olhares, mas eu pouco me importava. Afinal, nenhum amor anula nossa animalidade!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Ser ou não ser?

Ontem mais uma vez me perdi nos questionamentos após o ato e o cigarro. A costura do edredon ficou mais evidente, assim como os contornos da barba dele e a brasa que queimava na penumbra.
Ser domme é muitas vezes renunciar aos anseios da mulher. Quantas vezes eu quis apenas deitar e sentir um corpo pesando sobre o meu, sem a preocupação de comandar a cena. Ou adormecer com alguém ao lado sem a paranóia de estar agradando ou não.
Pois foi nos braços de um menino estranho que eu consegui essa leveza após longos meses de renúncia de mim mesma; da renúncia da mulher pela personagem. E cá não estou dizendo que é um sacrifício ser a Mistress ou que não me alimente da vaidade dela. Tampouco estou reclamando da imensa sorte que a vida me sorri quase todos os dias também no campo afetivo / sexual. Mas às vezes é tão bom ser leve, ser uma mulher simples, que quer um orgasmo comum numa foda comum com um papo comum, longe de elucubrações, teorias e pesos que não me pertencem (ou não, diria Dudu). Longe dos chicotes, das vendas, das velas, das roupinhas sexys. Apenas corpos nus, imperfeitos, excitados pela água quente correndo pelo corpo em meio à espuma do sabonete.
Aliás, venhamos e convenhamos, como é bom fazer sexo no chuveiro!!!
Não sei se ainda verei o menino, mas ele com certeza aliviou meus ombros e colocou um sorriso mais maroto nos lábios maliciosos da menina que ainda habita em mim. Lembrou-me o quanto é bom ser simples!
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Comparações limitadas
Ele não podia sentir nada além de aromas. Ouvia passos estalados pelo salto das botas no taco antigo. Vez em quando sentia o calor do corpo dEla mais próximo ao seu; bocas que se encontravam.
Vendado, amarrado, deitado e calado. Assim era o próprio objeto de prazer. O tempo havia dilatado o máximo do limite administrável. Logo, o castigo seria multiplicado pelo número de dias que excediam a sua saudade. Muitos sonhos a realizar, três planos a seguir.
Ela o observava sem pressa, como quem se perde no devaneio da paixão. Contemplando seu escravo mais caro, arquitetava as ações seguintes, equilibrando a ansiedade e a prática. Deitou-se sobre ele para que sentisse o peso de seu corpo. Acariciou e beijou cada parte do seu objeto precioso.
Abriu suas pernas e lhe ofereceu o sexo como prêmio por ser tão sádico enquanto submisso. Aquela língua sem controle que a faz perder todos os sentidos... Enquanto se deliciava, contava a ele sua última experiência, dizendo que havia transado com outro masoquista pensando na língua em questão. Agarrou seu membro com força
- Sabe, Monstrinho, eu permiti que aquele projeto de submisso me comesse apenas pelo prazer da comparação.
Ele só podia gemer. Mesmo vendado, tinha certeza do olhar que naquele momento se formava com as palavras e o aumento da excitação...
- Depois que bati bastante nele, subi sobre seu corpo assim como estou fazendo agora contigo. Ele se esforçou muito para me dar prazer, mas nada se compara ao músculo mais forte da ti que me pertence
Com um gemido mais longo, ele quis concordar.
- Depois que ele me fez gozar (sim, porque ele conseguiu), sentei sobre seu pau e me movimentei com toda graça que sei. Quis que ele provasse do verdadeiro pompoarismo para que me tenha como meta de prazer absoluto sempre. Assim como a vaidade está para a devassidão, senti o quanto prefiro o teu pau nas minhas entranhas.
Agora ela sabia que havia mexido com os seus brios. Misto de provocação, ciúme, possessão e satisfação por se sentir literalmente "fodástico", aumentou o ritmo das lambidas e a Rainha se sentiu a máxima majestade sobre seu trono!
Um gozo lascivo e abundante inundou a boca do seu querido. Um tanto lânguida, quis continuar o treinamento psicológico. Apenas deslocou seu tronco para trás e abocanhou seu membro com o sexo ainda pulsante, enxarcado de tesão.
- Aí, cada vez que eu apertava seu pau ASSIM com minha buceta, ele se contorcia. E eu só pensava em como teus quadris mexem melhor, vadia! Nada como cavalgar em ti... Quero gozar te olhando, vendo teu sorriso malicioso me adorando...
- Minha Rainha pare senão não consigo me controlar
- E quem te disse que quero teu controle? Quem tem controle aqui sou eu! Vai, me inunda com vontade! Mostra quanto de saudades tu guardavas pra mim
Derrotado pela volúpia, ele cedeu aos apelos da dona e gozou de forma intensa, abundante. Ela, inebriada pelo resultado da sua vadiagem, repetiu o êxtase, misturando seu orgamo ao dele.
Os olhos foram libertos para que contemplassem o júbilo do laço sadomasoquista. Porém, as cordas só seriam soltas bem mais tarde...
quarta-feira, 8 de julho de 2009
vinho quente desperta a volúpia?
O chefe re-ensinou a receita da nona: duas gemas, duas colheres grandes de açúcar; bater numa gemada lisa e branquinha; misturar ao vinho aquecido no microondas lentamente e beber já na cama. No caminho de casa, algumas palavras sobre como aprender a viver.
Não sei se foi a lembrança, se foi o cuidado do chefe e a gentileza de me levar em casa, mas sei que funcionou. Um sono profundo me invadiu o corpo e a alma.
Havia dezenas de computadores negros numa sala escura e fria. Luzes pequenas azuis piscavam ininterruptamente e alguns lampejos vermelhos saltavam no espectro vez em quando. Um gato preto atravessa a imensa sala. No fundo, em uma das cadeiras, uma pessoa sentada e compenetrada nas imagens confusas que perpassavam a tela do computador.
Eu estava vestindo apenas uma camisola preta de um tecido fino e transparente. Conforme meus passos avançavam na direção do rapaz, o tecido "reagia" aos movimentos do corpo. Estava descalça e a certa altura o gato passou a me acompanhar.
Chegando mais perto, pude ver de quem se tratava. O comprimento e a cor dos cabelos foram suficientes para entregar a identidade do solitário nerd. Pensei que faria uma surpresa, mas ele parecia estar me monitorando. Há cerca de 10 metros, ele virou-se e levantou para me abraçar. Um longo abraço...
Eu estava um tanto ébria, não por álcool, mas por algum torpor da própria sala. Meu querido entregou-me as cordas. Num instante uma imensa parede ergueu-se em meio aos computadores. Tirei suas roupas, beijei seus cabelos e o amarrei na pilastra ultramar fosca. Manifestava uma habilidade no bondage que reside em meus sonhos, mais de fato ainda não a possuo. Os nós ficaram perfeitos, simétricos! Quanto mais eu o deixava sem escolhas, mais ele me olhava com prazer. Soltei os seus cabelos e coloquei em sua boca um lenço negro que guardava amarrado na ponta da camisola.
Com uma pequena fita, amarrei seus testículos separando delicadamente cada hemisfério. O nó final brindou a ereção e a essa altura as gotas de prazer já molhavam o chão. A cena era linda! Quisera eu saber desenhar ou pintar...
Minha única alternativa naquele momento era colocar a boca no centro do amor de meu par. Ordenei que não ejaculasse, mas me empenhei em lambê-lo e chupá-lo de todas as formas possíveis. Minha língua passeava por seu sexo, descia pelas fitinhas que cercavam suas bolas. Quando senti seu falo latejar, pressionei a base para que o gozo não fosse naquele momento. Queria mais e queria de outro jeito...
Afrouxei os nós e de alguma forma um tanto mágica e permissiva apenas nos sonhos, eu o amarrei de costas, deixando boa parte do seu corpo livre. Ainda amordaçado, tocava meu próprio sexo e dava de beber a ele em conta gotas, puxando o lenço de lado levemente. Seu prazer parecia alucinógeno. Puxei seus cabelos e eis que surge minha companheira de labuta. Vesti o strap-ons e o segurei firmemente pelos quadris. A pressão do corpo dele contra a pilastra fez minha mão que o masturbava ficar levemente esfolada. A respiração aumentava no ritmo das estocadas. As tiras da cinta me roçavam de uma forma a imitar a língua mais deliciosa que conheço.

A iminência do clímax chegou ao insuportável e a tortura perderia a graça diante de tanto tesão sincronizado. Deixando o brinde aos deuses do amor, jorrou o líquido abençoado em minhas mãos simultaneamente ao que escorreu de leve em minhas coxas.
Acordei com a mão doendo... Creio que plasmei parte da volúpia...
Se assim for, nem é tão ruim ficar doente!
Não sei se foi a lembrança, se foi o cuidado do chefe e a gentileza de me levar em casa, mas sei que funcionou. Um sono profundo me invadiu o corpo e a alma.
Havia dezenas de computadores negros numa sala escura e fria. Luzes pequenas azuis piscavam ininterruptamente e alguns lampejos vermelhos saltavam no espectro vez em quando. Um gato preto atravessa a imensa sala. No fundo, em uma das cadeiras, uma pessoa sentada e compenetrada nas imagens confusas que perpassavam a tela do computador.
Eu estava vestindo apenas uma camisola preta de um tecido fino e transparente. Conforme meus passos avançavam na direção do rapaz, o tecido "reagia" aos movimentos do corpo. Estava descalça e a certa altura o gato passou a me acompanhar.
Chegando mais perto, pude ver de quem se tratava. O comprimento e a cor dos cabelos foram suficientes para entregar a identidade do solitário nerd. Pensei que faria uma surpresa, mas ele parecia estar me monitorando. Há cerca de 10 metros, ele virou-se e levantou para me abraçar. Um longo abraço...
Eu estava um tanto ébria, não por álcool, mas por algum torpor da própria sala. Meu querido entregou-me as cordas. Num instante uma imensa parede ergueu-se em meio aos computadores. Tirei suas roupas, beijei seus cabelos e o amarrei na pilastra ultramar fosca. Manifestava uma habilidade no bondage que reside em meus sonhos, mais de fato ainda não a possuo. Os nós ficaram perfeitos, simétricos! Quanto mais eu o deixava sem escolhas, mais ele me olhava com prazer. Soltei os seus cabelos e coloquei em sua boca um lenço negro que guardava amarrado na ponta da camisola.
Com uma pequena fita, amarrei seus testículos separando delicadamente cada hemisfério. O nó final brindou a ereção e a essa altura as gotas de prazer já molhavam o chão. A cena era linda! Quisera eu saber desenhar ou pintar...
Minha única alternativa naquele momento era colocar a boca no centro do amor de meu par. Ordenei que não ejaculasse, mas me empenhei em lambê-lo e chupá-lo de todas as formas possíveis. Minha língua passeava por seu sexo, descia pelas fitinhas que cercavam suas bolas. Quando senti seu falo latejar, pressionei a base para que o gozo não fosse naquele momento. Queria mais e queria de outro jeito...
Afrouxei os nós e de alguma forma um tanto mágica e permissiva apenas nos sonhos, eu o amarrei de costas, deixando boa parte do seu corpo livre. Ainda amordaçado, tocava meu próprio sexo e dava de beber a ele em conta gotas, puxando o lenço de lado levemente. Seu prazer parecia alucinógeno. Puxei seus cabelos e eis que surge minha companheira de labuta. Vesti o strap-ons e o segurei firmemente pelos quadris. A pressão do corpo dele contra a pilastra fez minha mão que o masturbava ficar levemente esfolada. A respiração aumentava no ritmo das estocadas. As tiras da cinta me roçavam de uma forma a imitar a língua mais deliciosa que conheço.

A iminência do clímax chegou ao insuportável e a tortura perderia a graça diante de tanto tesão sincronizado. Deixando o brinde aos deuses do amor, jorrou o líquido abençoado em minhas mãos simultaneamente ao que escorreu de leve em minhas coxas.
Acordei com a mão doendo... Creio que plasmei parte da volúpia...
Se assim for, nem é tão ruim ficar doente!
terça-feira, 16 de junho de 2009
Como pimenta para vanilla

Em homenagem à deliciosa matéria-prima que recebi hoje no almoço, segue o conto:
Perto do almoço, o estômago toma conta de qualquer pensamento, ao menos que alguém ou um telefonema desvie a atenção...
- Ooooi
- Olá
- Podes falar?
- Só um minuto... Posso, fala meu tesão!
- Delícia, quero te ver agora
- Mas não pode ser de tardinha, como sempre?
- Não porque tenho aula mais tarde e tô com vontade de te devorar
- Certo. Passo no teu trabalho em 20 minutos, mas não vamos ter tempo de almoçar
- Quem precisa de comida quando se alimenta de hedonismo?
- Safada. Beijo.
- Te espero.
O volume nas calças superou qualquer fome. Precisava ligar para minha esposa no caminho e inventar uma boa desculpa.
- Amor, não dá pra gente se encontrar no almoço. Tenho cliente pra atender lá em Forqueta
- Nossa. Tá bom. Pena. Fazer o quê?
- Beijo. De noite a gente janta juntinhos e depois eu te como gostoso
- (risadinha) Beijo, meu amor
Karina era uma moça bonita, seios fartos, olhos expressivos e uma devoradora de pau. Tinha namorado, mas o cara não a comia direito, essa era minha suspeita. Talvez fosse uma ninfomaníaca, mas isso pouco me interessava. O tesão dela era o combustível dos nossos encontros esporádicos e deliciosos.
Corri para o carro, saí do trabalho dizendo que voltaria logo. Essas burocracias de estacionamento de empresas...
Em menos de 10 minutos encostei em frente ao shopping onde ela trabalha. Lá estava aquela delícia me esperando com a bolsa a tira-colo.
Entrou no carro sem me olhar direito. Esse era o combinado. Andei umas duas quadras até uma rua mais deserta e reduzi, sabendo que ganharia pelo menos um tranco.
Ah, aquela mão, que de boba não tinha nada, rapidamente achou meu pau quase saindo pra fora das calças. Me cobriu de beijos molhados e safados, sussurrando palavras pérfidas no meu ouvido direito.
- Me leve pra onde quiser, meu bem. Quero te foder como só uma boa puta faz: rápido e com muito prazer!
- Você é quem manda
Segui para um parque famoso aqui na cidade também por ser um local mais deserto e ponto de fodas rápidas de safados comprometidos como eu e ela. Estacionei na rua de descida, em frente a um templo massônico, unindo o sagrado ao profano. Era muito frio, chovia e fazia uma cerração fechada. Apesar da temparatura baixa, o clima era perfeito para esconder a trepada diurna em local público. Mal parei, a doida abriu o zíper da minha calça apenas o suficiente para que meu pau ficasse confortavelmente "cavalgável", baixou o banco do carona, mandou que eu trocasse de lugar. Ergueu a blusa para que eu chupasse seus peitos e começou a me comer.
Poucas vezes na minha vida fui comido com tanta rapidez, voracidade e prazer. Essa mulher gemia e apertava meu pau com a buceta de uma forma maluca, indescritível. Quem passava na calçada, com certeza estranhava os pulos do carro. E a gente se fudendo (literalmente) pros olhares alheios. Quanto mais ela rebolava no meu pau, mais eu mordia seus peitos e mais ela gemia. Não deve ter demorado mais do que cinco minutos pra nós dois gozarmos alucianadamente. Se não estivesse de camisinha, a porra teria furado o teto do meu carro, tamanho o meu tesão.
Exaustos, eu de pau mole, ela suada, arrumamos os cabelos, ajeitamos a roupa, trocamos de lugar no carro e voltamos pras nossas rotinas de bons trabalhadores. E eu ainda teria que ter um bom desempenho à noite...
Nada como a pimenta, mesmo quando o ingrediente principal é a baunilha. ;-)
domingo, 14 de junho de 2009
Ilusão concedida

Toda mulher quer ser única para seu homem, seja ele seu namorado, marido, escravo, amante... ou tudo junto! Mais do que fidelidade, no fundo da alma, todas elas esperam a satisfação do ego em ser especial, ser única, sentir-se singular, numa ilusão concedida...
Era tarde. Noite gelada. A comida estava pronta, os amigos bebendo vinho e todos os pratos à mesa. O celular teimava em não tocar. Incontinente em sua ansiedade, ela sai escada abaixo rumo ao carro. Sim, ele já deveria ter chegado!
Ao entrar no carro, o tão esperado toque do telefone e a notícia mais que esperada.
- Cheguei!
Mais do que depressa ela foi ao seu encontro. Era natural que preparasse tudo com certa antecedência e sempre tivesse um "coringa na manga" em caso de mudança de planos. Mas dessa vez ela sabia que os céus e os Exus (já que era dia deles) iriam conspirar a favor.
Lá estava ele, com seus longos cabelos e seu ar comportado de sempre. A travessura da aparência eram seus cabelos, volta e meia traídos pelos seus olhos verdes.
Ela o levou para seu antro, onde os amigos esperavam ansiosos, mais pela comida do que pela alegria da amiga ou pela curiosidade de contemplar o moço. Tudo parecia perfeito, mas o que ela queria mesmo era ficar a sós com ele. Adorava os amigos, porém aquele seria seu Valentine's Day torto e atrasado.
Concessões em excesso, ilusões malfadadas... de tudo aquilo ela estava acostumada a ser acusada. Só que esta era uma ilusão concedida. Era plena porque em seus braços se sentia única e Majestade!
As luzes foram desfocando, as pessoas se dissipando e o calor aumentando. Mostrou-lhe as calcinhas novas, dela e dele. Mandou que vestisse a mais rendada, fio dental. Não resistiu ao ver aquela bunda empinada com a calcinha totalmente enterrada. Era pedir demais que ela esperasse. Mordeu, deu algumas palmadas, imobilizou suas mãos nas costas e finalmente o possuiu, com toda pressa que uma Rainha sentimental tem, impulsionada pelo tesão acumulado.
Vestiu seu strap-ons, segurou suas ancas com firmeza e o penetrou, puxando seus cabelos em movimentos frenéticos. Mas o gozo só viria depois, quando ela entregou seus seios e seu sexo a ele. Mesmo com as mãos imobilizadas, fê-la chegar ao ápice sem tanto sacrifício na língua.
Noite afora se seguiu com mais e mais libido, mais e mais gemidos. Seriam mais notas eróticas num blog censurado pelos hipócritas. Porém, é assim que ela espera novamente o momento da ilusão concedida...
terça-feira, 9 de junho de 2009
Os longos cabelos de trigo
Este texto é uma homenagem à uma amiga. Foi publicado em outros sites, mas agora eu o reproduzo com todo prazer, relembrando o momento:
O cheiro da pele, o toque de veludo, os cabelos de trigo grudados de suor... O beijo nem tão delicado, nem tão maldito, nem tão esperado.
O sono já era bem-vindo, quando senti tuas mãos invadindo meu corpo e o calor da tua boca dilacerando meu sexo. Nunca te havia imaginado em mim, não desta forma.
Com a plenitude das almas enamoradas, me entreguei a ti, surpresa com gosto de baunilha. Preenche meu vazio, invade meus sonhos, me dá novo sopro para que assim siga meu caminho sem perder o rumo.
Arrancou de mim o gozo, o suspiro, o devaneio. Conquistou em mim uma nova forma de ver o mundo, de enxergar as pessoas, de reler quem amo, de amar de forma múltipla.
No gesto de domingo, muito mais que volúpia... redenção!
O cheiro da pele, o toque de veludo, os cabelos de trigo grudados de suor... O beijo nem tão delicado, nem tão maldito, nem tão esperado.
O sono já era bem-vindo, quando senti tuas mãos invadindo meu corpo e o calor da tua boca dilacerando meu sexo. Nunca te havia imaginado em mim, não desta forma.
Com a plenitude das almas enamoradas, me entreguei a ti, surpresa com gosto de baunilha. Preenche meu vazio, invade meus sonhos, me dá novo sopro para que assim siga meu caminho sem perder o rumo.
Arrancou de mim o gozo, o suspiro, o devaneio. Conquistou em mim uma nova forma de ver o mundo, de enxergar as pessoas, de reler quem amo, de amar de forma múltipla.
No gesto de domingo, muito mais que volúpia... redenção!
quinta-feira, 4 de junho de 2009
As práticas e as preferências
Antes de qualquer coisa, é importante que eu coloque minhas preferências, embora elas mudem com frequência de acordo com as descobertas e leituras que faço. Meu Monstrinho (como carinhosamente chamo MZ) tem contribuído para a metamorfose dos meus gostos.
1. Sou praticante e defensora da inversão como forma de prazer máximo aos homens que se permitem prazer total e às mulheres que se deleitam experimentando o falo como instrumento de dominação. Pratico há algum tempo e tenho me aprimorado na técnica.
Nesta prática, tenho um "brinquedinho" que chamamos de Pretinho Básico. Ele tem 23 cm e é objeto de temor para alguns e prazer para outro especificamente. Por ser um tanto pesado, dificulta o suporte do strap, mas nada que a habilidade e a prática não superem.
2. Sou apaixonada pela arte do bondage e do shibari. Mas sei pouco. O básico faço faz tempo, mas estou aprendendo com meu sub (sim, a gente aprende muito com eles...) a fazer nós lindos, com materiais diferentes e com funções diferentes.
3. O spanking é definitivamente O Instrumento de dominação física. Quem nunca levou uns tapas na vida? Além de ser prazeroso bater (e creio, receber), remete às lembranças mais mundanas do íntimo que, frequentemente, trazem um prazer quase inexplicável. Sou adepta do spanking simples ao moderado.
4. Hipnose erótica é minha mais nova curiosidade sexual. Tenho lido e estudado muito sobre o assunto. Minhas práticas ainda sao tímidas, mas deram bons resultados. É o que pretendo me aprofundar com mais intensidade nos próximos meses.
5. Feminização e práticas crossdressers: Para quem não sabe o que é um CD (ou crossdresser), trata-se de um homem, quase sempre heterossexual, que se excita com a própria figura vestida de mulher. Os acessórios como lingeries, corserts, espartilhos, sapatos de saltos, botas, meias e cintas-liga fazem muito sucesso entre os CDs.
Transar com um CD é uma experiência que aprendi a gostar. Inicialmente achei que não iria curtir, mas depois fui tomando gosto pelo ato de subjugar um homem e utilizar a dominação psicológica sobre ele. Muito frequentemente os CDs não se aceitam no seu próprio fetiche e isso abre uma linda brecha para que sejam dominados. Eu particularmente me excito em imaginar que tenho uma putinha na minha cama sob meus comandos.
Já a feminização é o treinamento do sub para se portar como uma mulher. Mas não se resume apenas aos acessórios ou roupas e sim às atitudes femininas, que podem estar ligadas a alguma fantasia bi ou lésbica da dominatrix. Enfim, como dizem que toda mulher é um pouco lésbica, eu me aproprio do conceito porque me é conveniente. Também é uma prática que pretendo me dedicar mais nos próximos meses.
Além dos que detalhei acima, gosto e pratico massagem de próstata, mumificação, candle wax, privação de sentidos, facesitting, vendas/mordaças/plugs/prendedores e outros apetrechos, brincadeira dos cheiros (nome dado por mim ao treinamento olfativo dos meus subs, onde utilizo aromas de frutas, óleos, ervas e essências); cinto de castidade e privação de orgasmos.
Eu faço sexo com meus subs, mas como forma de prêmio. A todos permito que pratiquem sexo oral e frequentemente os brindo com minha habilidade felativa porque me dá muito prazer chupar pau (não há como dizer isso sem ser assim...). O sexo em si é uma paixão e uma delícia. Transaria várias vezes ao dia. Mas entendo que, no caso do BDSM, é uma espécie de ápice da relação. Quando uma domme e um sub conseguem chegar ao orgasmo juntos, está brindada a afinidade entre ambos!
1. Sou praticante e defensora da inversão como forma de prazer máximo aos homens que se permitem prazer total e às mulheres que se deleitam experimentando o falo como instrumento de dominação. Pratico há algum tempo e tenho me aprimorado na técnica.
Nesta prática, tenho um "brinquedinho" que chamamos de Pretinho Básico. Ele tem 23 cm e é objeto de temor para alguns e prazer para outro especificamente. Por ser um tanto pesado, dificulta o suporte do strap, mas nada que a habilidade e a prática não superem.
2. Sou apaixonada pela arte do bondage e do shibari. Mas sei pouco. O básico faço faz tempo, mas estou aprendendo com meu sub (sim, a gente aprende muito com eles...) a fazer nós lindos, com materiais diferentes e com funções diferentes.
3. O spanking é definitivamente O Instrumento de dominação física. Quem nunca levou uns tapas na vida? Além de ser prazeroso bater (e creio, receber), remete às lembranças mais mundanas do íntimo que, frequentemente, trazem um prazer quase inexplicável. Sou adepta do spanking simples ao moderado.
4. Hipnose erótica é minha mais nova curiosidade sexual. Tenho lido e estudado muito sobre o assunto. Minhas práticas ainda sao tímidas, mas deram bons resultados. É o que pretendo me aprofundar com mais intensidade nos próximos meses.
5. Feminização e práticas crossdressers: Para quem não sabe o que é um CD (ou crossdresser), trata-se de um homem, quase sempre heterossexual, que se excita com a própria figura vestida de mulher. Os acessórios como lingeries, corserts, espartilhos, sapatos de saltos, botas, meias e cintas-liga fazem muito sucesso entre os CDs.
Transar com um CD é uma experiência que aprendi a gostar. Inicialmente achei que não iria curtir, mas depois fui tomando gosto pelo ato de subjugar um homem e utilizar a dominação psicológica sobre ele. Muito frequentemente os CDs não se aceitam no seu próprio fetiche e isso abre uma linda brecha para que sejam dominados. Eu particularmente me excito em imaginar que tenho uma putinha na minha cama sob meus comandos.
Já a feminização é o treinamento do sub para se portar como uma mulher. Mas não se resume apenas aos acessórios ou roupas e sim às atitudes femininas, que podem estar ligadas a alguma fantasia bi ou lésbica da dominatrix. Enfim, como dizem que toda mulher é um pouco lésbica, eu me aproprio do conceito porque me é conveniente. Também é uma prática que pretendo me dedicar mais nos próximos meses.
Além dos que detalhei acima, gosto e pratico massagem de próstata, mumificação, candle wax, privação de sentidos, facesitting, vendas/mordaças/plugs/prendedores e outros apetrechos, brincadeira dos cheiros (nome dado por mim ao treinamento olfativo dos meus subs, onde utilizo aromas de frutas, óleos, ervas e essências); cinto de castidade e privação de orgasmos.
Eu faço sexo com meus subs, mas como forma de prêmio. A todos permito que pratiquem sexo oral e frequentemente os brindo com minha habilidade felativa porque me dá muito prazer chupar pau (não há como dizer isso sem ser assim...). O sexo em si é uma paixão e uma delícia. Transaria várias vezes ao dia. Mas entendo que, no caso do BDSM, é uma espécie de ápice da relação. Quando uma domme e um sub conseguem chegar ao orgasmo juntos, está brindada a afinidade entre ambos!
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