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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Derrota parcial

Sempre acreditei que emoções geram consequências físicas e sempre foi fácil falar delas discorrendo sobre energias e reflexos no corpo, perispírito e aquele blá blá blá de todo espiritualista. Discurso que hoje pela manhã se perdeu no silêncio dos meus medos.

A verdade é que fui derrotada e estou com medo. Derrotada parcialmente pela somatização das emoções no meu corpo. Sem querer (ou sem perceber?) eu gerei algo estranho em mim. Parcialmente porque faz parte de mim não aceitar a derrota e crer que tudo é possível que se transforme em coisas boas.


 
Enfim, como blog de confissões, faz parte do meu compromisso com as dezenas de pessoas que me acompanham diariamente dar uma satisfação. Quero dizer que estou bem, apesar de tudo, e que acredito sim que seja algo passageiro, por mais estranha e nublada que se mostre a linha do destino.

Tenho muito a contar do que aconteceu nas últimas duas semanas. Fui brindada com uma visita linda do meu Monstrinho, vi meu babyboy se libertar de algo importante, saí do emprego, recebi o carinho de alguém muito especial na minha trajetória amorosa recente, além da presença plena dos meus amigos queridos e companheiros de fé. Foram muitas emoções para alguns dias apenas e mesmo as ruins acabam se convertendo em fragmentos positivos.

Segunda-feira a pessoa mais importante da minha vida retorna ao meu convívio. Quem me conhece um pouquinho sabe o quanto isso representa pra mim. O intuito agora é transformar boas emoções em saúde para este corpitcho que tanto prazer já teve e ainda terá...

Obrigada pelo carinho de todos. Os esperados e os inesperados - gratas surpresas, aliás! O próximo post será diversão, com a cara da Lady Vulgata.

Muitos beijos.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Swinburne


All thine the new wine of desire
The fruit of four lips as they clung
Till the hair and the eyelids took fire;
The fan of a serpentine tongue,
The froth of the serpents of pleasure.
More salt than the foam of the sea,
Now felt as a flame, not at leisure
As wine-shed for me!

They were purple of rainment, and golden,
Filled full of thee, fiery with wine,
Thy lovers, in haunts unbeholden,
In marvellous chambers of thine.
They are fled and their footprints escape us
Who appraise thee, adore, and abstain,
O daughter of Death and Priamus!
Our Lady of Pain.