(Continuando)
Descanso? Certamente não seria o momento que nenhum dos dois gostaria de repousar…
Percebendo que o ‘rapazinho’ já dava sinal de vida, fez questão de sentir o próprio gosto preenchendo toda a sua boca com aquele membro delicioso. Lentamente subia e descia a língua, roçando de leve seu piercing na glande, o que provocava gemidos abafados do moço. Aos poucos intercalava lábios e língua com uma das mãos, enquanto a outra percorria o corpo firme, de músculos rígidos e desenvolvidos no ponto, maquiados com tintas há muito definitivas.
Depois de deixá-lo ‘em ponto de bala’, subiu nas ancas do rapaz, encaixou seu sexo no dele e imprimiu um ritmo lento, demonstrando as artes do pompoar apreendidas ao longo dos anos balzaquianos desde sempre. Seus corpos viviam espasmos e ele se sentia nas mãos dela. Sim, ela que tanto falara de suas aventuras de dominadora, agora o subjugava de forma deliciosa. E quem disse que ele queria algo diferente de estar sob os comandos dela naquele momento?
Tentou mexer as mãos e ela as prendeu atrás da sua cabeça, segurando com firmeza, olhando em seus olhos, para que ele entendesse que só o faria quando ela quisesse. Assim permaneceu por alguns minutos até que ela atingisse o clímax mais uma vez. Seu corpo foi percorrido por uma descarga de eletricidade que ele pôde sentir pela forma com que ela se cotorceu sobre ele, apertando seus pulsos e fazendo pressão em seu sexo por minutos sôfregos.
Recuperada da multiplicidade do prazer, soltou as mãos do rapaz e as colocou em seus quadris, voltando a cavalgar de forma mais selvagem, em ritmo constante.
- Agora pelo jeito vou presenciar uma fera selvagem (sussurrou)
- Selvagem e no cio! (ela respondeu)
- E como domar…?
- Acho difícil que alguém consiga, mas tente!
Num movimento rápido ele a virou e se pos entre suas pernas, sugando-lhe todo o mel que escorria em abundância, passando a língua suavemente sobre o clitóris. A ela só restava delirar. Nem tentou reagir. E como quem chupa um delicioso sorvete em dia de calor, ele permaneceu naquela posição por muito tempo… tempo suficiente para enfraquecer-lhe os músculos de tanto gozar.
Satisfeito em ver sua exaustão, ergueu seu corpo sobre ela, sorrindo.
- Acho que amansei a fera
- Sim, conseguiste, mas ainda não por completo
- Queres mais?
- Quero te sentir todo dentro de mim novamente!
Ele apenas soltou o corpo, num encaixe perfeito. Enquanto imprimia ritmo, lambia as pontas dos mamilos dela tão entumecidos. Sentindo aquele membro duríssimo dentro de si, ela não demorou a gozar mais uma vez. Ele apenas sorria, vendo seu talento de garanhão confirmado.
Os sussuros ajudavam a dar mais excitação…
- Agora quero algo diferente. Será que a selvagem dama me concede a honra de ter-lhe de quatro?
- Só se você me inundar o corpo com seu líquido.
- Com todo o prazer do mundo!
Ela virou-se lentamente, exibindo seu belo traseiro, o que o deixou mais cedento em comê-la daquela forma primitiva. Segurou seus cabelos e puxou seu corpo contra o dele. Ela, semi-ereta, deixou-se conduzir pelas mãos e braços fortes do rapaz, que foi intercalando os puxões de cabelo com fortes imposições e beliscões pelos seios. E a selvagem dama só conseguia dar gritinhos lascivos, que o enlouqueciam mais e mais na iminência do orgasmo.
Quando ambos não aguentavam mais, ele deu a última estocada forte e permaneceu dentro dela, inundando-a como havia prometido.
Soltaram seus corpos e então sim, após algumas carícias, adormeceram o sono dos justos que se embriagam no prazer.
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quinta-feira, 25 de março de 2010
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Nas curvas da estrada que leva ao paraíso
Muitas estradas são belos caminhos que nos levam a destinos os quais ansiamos por visitar, conhecer ou rever. Algumas estradas são apenas metáforas de tempos de saudades, distâncias físicas ou desejos incontidos.
O dia havia sido cansativo. Cheguei em casa e só queria o chuveiro e a cama. Fui arrancando as roupas pelo corredor e me joguei embaixo da água morna. A cabeça, que antes fervia, agora começava a ficar livre das impurezas.
Ouvi o barulho das chaves girando. Pensei que fosse o Cosmo me devolvendo a chave do carro. Silêncio de vozes ou passos e a porta do box se abre. Tomei um tremendo susto, logo recuperado pela visão do meu Monstrinho nu, de cabelos soltos. Não esperava vê-lo aquela hora, naquele dia...
Abracei longamente meu cabeludo preferido que estava com o corpo fervendo, não sei se pelos 36 graus que fizeram durante a tarde, ou pelo tesão acumulado. Senti que estava tão livre de suas próprias resistências que se atirou embaixo da água junto a mim, sem se preocupar em molhar as longas madeixas ou se havia alguém em casa. Se despiu literalmente e completamente. E eu adoro entregas...
Tomamos um ótimo banho, claro, com alguns amassos, mãos bobas e beijos ardentes. Uma toalha para nós dois, muitas brincadeiras, uma leve ameaça de esconde-esconde e eu me esparramei na cama com os cabelos ultra-molhados. Fiz aquela cara de pidona e ganhei uma massagem maravilhosa que começou nos pés e terminou nas costas.
Quase dormi, não fosse pelo fogo que saía de mim. Ele tocou meu corpo para que virasse de frente; ajeitou meu pescoço num travesseiro macio, se livrou da toalha que ainda impunha alguma barreira entre nós e foi até os meus pés. Beijou-os com carinho, chupou meus dedinhos, lambeu minhas solas, acariciou cada pétala da flor que tenho tatuada no pé e tornozelo direito. A estrada que se coloca a sua frente era cheia de curvas, algumas serras e um 'monte' no final. Sem pressa, ele percorreu o caminho com sua língua servindo de veículo.
Por vezes, diminuiu a velocidade e parou para pequenas trocas com as mãos ou mordidas de leve, atiçando mais e mais minha lascívia e meu desejo de ser invadida. Chegando às coxas, abri as pernas o máximo que consegui. Aqueles olhos verdes já cintilavam o resumo do tesão que pairava.
Com sofreguidão, ele abocanhou o 'fim da estrada' e o começo do paraíso de ambos. Meu corpo se contorcia, as mãos dele seguravam as minhas, cúmplices.
Dizer que tive um orgasmo seria um eufemismo ofensivo. Prefiro dizer que foi uma estrada muito bem percorrida, com destino certo e tranquilo, passagem para as outras formas de prazer que nos consumiram por mais algumas horas deste dia incomum!
O dia havia sido cansativo. Cheguei em casa e só queria o chuveiro e a cama. Fui arrancando as roupas pelo corredor e me joguei embaixo da água morna. A cabeça, que antes fervia, agora começava a ficar livre das impurezas.
Ouvi o barulho das chaves girando. Pensei que fosse o Cosmo me devolvendo a chave do carro. Silêncio de vozes ou passos e a porta do box se abre. Tomei um tremendo susto, logo recuperado pela visão do meu Monstrinho nu, de cabelos soltos. Não esperava vê-lo aquela hora, naquele dia...
Abracei longamente meu cabeludo preferido que estava com o corpo fervendo, não sei se pelos 36 graus que fizeram durante a tarde, ou pelo tesão acumulado. Senti que estava tão livre de suas próprias resistências que se atirou embaixo da água junto a mim, sem se preocupar em molhar as longas madeixas ou se havia alguém em casa. Se despiu literalmente e completamente. E eu adoro entregas...
Tomamos um ótimo banho, claro, com alguns amassos, mãos bobas e beijos ardentes. Uma toalha para nós dois, muitas brincadeiras, uma leve ameaça de esconde-esconde e eu me esparramei na cama com os cabelos ultra-molhados. Fiz aquela cara de pidona e ganhei uma massagem maravilhosa que começou nos pés e terminou nas costas.
Quase dormi, não fosse pelo fogo que saía de mim. Ele tocou meu corpo para que virasse de frente; ajeitou meu pescoço num travesseiro macio, se livrou da toalha que ainda impunha alguma barreira entre nós e foi até os meus pés. Beijou-os com carinho, chupou meus dedinhos, lambeu minhas solas, acariciou cada pétala da flor que tenho tatuada no pé e tornozelo direito. A estrada que se coloca a sua frente era cheia de curvas, algumas serras e um 'monte' no final. Sem pressa, ele percorreu o caminho com sua língua servindo de veículo.
Por vezes, diminuiu a velocidade e parou para pequenas trocas com as mãos ou mordidas de leve, atiçando mais e mais minha lascívia e meu desejo de ser invadida. Chegando às coxas, abri as pernas o máximo que consegui. Aqueles olhos verdes já cintilavam o resumo do tesão que pairava.
Com sofreguidão, ele abocanhou o 'fim da estrada' e o começo do paraíso de ambos. Meu corpo se contorcia, as mãos dele seguravam as minhas, cúmplices.
Dizer que tive um orgasmo seria um eufemismo ofensivo. Prefiro dizer que foi uma estrada muito bem percorrida, com destino certo e tranquilo, passagem para as outras formas de prazer que nos consumiram por mais algumas horas deste dia incomum!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Leoa no fogo (em fogo)
O significado do seu nome é fogo divino ou leoa doce que almeja pelo espírito em elevação. Não sei o quanto carregamos dos nossos nomes nas nossas essências. E realmente acho que sou muito do que meu nome significa, assim como afirmo que minha filha é "aquela que traz alegria".
Pois bem, a doce leoa que surgiu na minha vida há pouco tempo tem um toque de rebeldia nas suas atitudes, expresso, em parte, em suas tatuagens e peircings, talvez no modo como arruma seus cabelos ou nas asas que adquire pilotando sua motocicleta.
Talvez, coincidentemente, seja leonina...
Ela me esperou por alguns minutos na esquina, onde fica a banca de revistas da quadra. O cabelos castanhos bagunçados em parte pelo penteado, parte pelo vento que soprava forte e morno. Os olhos convidativos perguntaram:
- Pronta!
- Sim, desculpe pelo atraso. Demorei no trânsito e queria passar uma água no corpo.
- Sem problemas. Te esperaria a tarde inteira.
Corei. Pus o capacete e subi na moto.
Foi muito bom sentir o ar em movimento invadindo todo o meu corpo, numa sensação de liberdade que só essas asas em rodas podem nos proporcionar. Timidamente ela procurava minha mão esquerda e a punha sobre sua coxa enquanto manobrava em meio ao trânsito caótico da SC-402 em obras.
Engraçado foi entrar no motel de moto. Nunca havia feito, embora hoje em dia nem seja mais problema porque tudo é informatizado. Claro que sei que há pessoas nos vendo, mas sem o olho no olho a vergonha diminui e muito!
Não quis sacrificar seu 1,60 m de altura e pouco mais de 50 kg; desci da moto da forma mais leve que consegui, sendo essa pessoa 'miúda' que sou. Entrei no quarto falando, como sempre, e ela sorria para mim. Tirei as sandálias e deitei. Ela arrumou as bolsas e capacetes em cima da mesa, tirou a blusa e deitou ao meu lado. Observava como meus lábios se moviam e meus pés balançando no reflexo do espelho lateral. E quando eu finalmente respirei do meu discurso egocêntrico ela me beijou. Um longo e molhado beijo.
Corei. Retribui e a puxei para mim. Interessante como pessoas pequenas podem se tornar leoas quando querem algo. Pois minha pequena leonina 'avançou' em mim com a fúria e sensualidade dos felinos. As mãos ágeis rapidamente tiraram a minha calça, calcinha e o meu sutiã (eis uma dificuldade que mulheres não têm...). Beijou meu pescoço, seios, barriga e parou nela. Sim, a moça tem uma língua que faria qualquer um entregar seu reino.
Lambidas intercaladas com chupadinhas de leve no lugar certo me faziam contorcer todos os músculos do corpo. Aos poucos ela foi colocando um, dois, três dedos. Gozei! Gozei muito! Acho que deixei o rosto dela inundado. Mas ela não parou... Agora colocava um dedo atrás e dois na frente, lambendo sem parar. Rindo, em meio ao êxtase, perguntei se fazia malhação de glúteos e tríceps ou da língua. Parou de me lamber por alguns segundos e disse:
- Quando se tem tudo isso numa cama, a gente até esquece a fadiga muscular...
Voltei e me contorcer e gozei de novo, dessa vez com mais intensidade e por mais tempo. Não tinha mais forças. Pedi arrego!
- Tá, deita aqui nos meus braços enquanto eu me refaço, doidinha!
- Delícia és tu, mulher! Linda, simpática e gostosa. Confesso que não imaginava que fosse assim.
- Deiuxa de ser boba, você é ótima e eu nem fiz nada ainda.
- Mesmo que não fizesse, estou feliz por estar aqui contigo.
Dei um sorriso satisfeito, porém receoso. Como sempre digo, não sou bissexual, muito menos lésbica. Nunca me apaixonei por uma mulher e meu fetiche é muito pontual, por tipos muito específicos e de forma bem esporádica. Meu receio era não saber lidar com o pós. Então mentalizei o meu mantra :"viva o agora, viva o presente" e pronto.
Tomei uma ducha e voltei pra cama enquanto ela fumava um cigarro, já nua. Contou que só fumava nessas ocasiões. Me ofereceu; recusei e comecei a beijá-la. No primeiro toque da minha língua nos seios dela, as pernas se abriram. Posicionei meu corpo entre suas coxas e fui descendo o movimento da língua e do peircing pela barriga bem torneada até chegar ao sexo. Linda xana, rosada e molhada, com poucos e ralos pêlos, e, contrariando meus amigos queridos, poderia dizer que até cheiorosa é. Um cheiro todo especial que só quem curte o oral assim sabe do que estou falando.
Tentei ser tão competente quanto ela foi. Acho que consegui porque o gozo foi intenso. Mas a ninfomaníaca aqui queria mais e eu subi sobre ela de forma contrária. Se todos soubessem como é bom o 69 entre duas mulheres, ficariam com inveja desse momento. Impus o meu ritmo e as minhas vontades. Embora ela soubesse que sou dominatrix, saí com ela longe dessa pretensão. Só que tem horas que a natureza da gente fala mais alto. Muitos dedos, alguns tapinhas nas coxas, arranhões na bunda e haja língua...
Peguei o sabonete e passei pelos seus seios. Adoro a sensação do toque de seios ensaboados. Ela fez o mesmo em mim, com a diferença que os meus devem ser o triplo do tamanho dos dela. Brincou feito criança neles. Deixei e me diverti muito, enquanto a água batia nas minhas costas. E dessa vez o gozo veio individual: primeiro ela, depois eu. O toque suave dos dedos e as carícias nos seios entumecidos de prazer brindou a tarde exótica que tive neste novembro quente em Floripa.
... E qualquer outra sensação vista no espelho do quarto perdeu a importância diante do que ficou na memória das sensações...
Pois bem, a doce leoa que surgiu na minha vida há pouco tempo tem um toque de rebeldia nas suas atitudes, expresso, em parte, em suas tatuagens e peircings, talvez no modo como arruma seus cabelos ou nas asas que adquire pilotando sua motocicleta.
Talvez, coincidentemente, seja leonina...
- Pronta!
- Sim, desculpe pelo atraso. Demorei no trânsito e queria passar uma água no corpo.
- Sem problemas. Te esperaria a tarde inteira.
Corei. Pus o capacete e subi na moto.
Foi muito bom sentir o ar em movimento invadindo todo o meu corpo, numa sensação de liberdade que só essas asas em rodas podem nos proporcionar. Timidamente ela procurava minha mão esquerda e a punha sobre sua coxa enquanto manobrava em meio ao trânsito caótico da SC-402 em obras.
Engraçado foi entrar no motel de moto. Nunca havia feito, embora hoje em dia nem seja mais problema porque tudo é informatizado. Claro que sei que há pessoas nos vendo, mas sem o olho no olho a vergonha diminui e muito!
Não quis sacrificar seu 1,60 m de altura e pouco mais de 50 kg; desci da moto da forma mais leve que consegui, sendo essa pessoa 'miúda' que sou. Entrei no quarto falando, como sempre, e ela sorria para mim. Tirei as sandálias e deitei. Ela arrumou as bolsas e capacetes em cima da mesa, tirou a blusa e deitou ao meu lado. Observava como meus lábios se moviam e meus pés balançando no reflexo do espelho lateral. E quando eu finalmente respirei do meu discurso egocêntrico ela me beijou. Um longo e molhado beijo.
Corei. Retribui e a puxei para mim. Interessante como pessoas pequenas podem se tornar leoas quando querem algo. Pois minha pequena leonina 'avançou' em mim com a fúria e sensualidade dos felinos. As mãos ágeis rapidamente tiraram a minha calça, calcinha e o meu sutiã (eis uma dificuldade que mulheres não têm...). Beijou meu pescoço, seios, barriga e parou nela. Sim, a moça tem uma língua que faria qualquer um entregar seu reino.
Lambidas intercaladas com chupadinhas de leve no lugar certo me faziam contorcer todos os músculos do corpo. Aos poucos ela foi colocando um, dois, três dedos. Gozei! Gozei muito! Acho que deixei o rosto dela inundado. Mas ela não parou... Agora colocava um dedo atrás e dois na frente, lambendo sem parar. Rindo, em meio ao êxtase, perguntei se fazia malhação de glúteos e tríceps ou da língua. Parou de me lamber por alguns segundos e disse:
- Quando se tem tudo isso numa cama, a gente até esquece a fadiga muscular...
Voltei e me contorcer e gozei de novo, dessa vez com mais intensidade e por mais tempo. Não tinha mais forças. Pedi arrego!
- Tá, deita aqui nos meus braços enquanto eu me refaço, doidinha!
- Delícia és tu, mulher! Linda, simpática e gostosa. Confesso que não imaginava que fosse assim.
- Deiuxa de ser boba, você é ótima e eu nem fiz nada ainda.
- Mesmo que não fizesse, estou feliz por estar aqui contigo.
Dei um sorriso satisfeito, porém receoso. Como sempre digo, não sou bissexual, muito menos lésbica. Nunca me apaixonei por uma mulher e meu fetiche é muito pontual, por tipos muito específicos e de forma bem esporádica. Meu receio era não saber lidar com o pós. Então mentalizei o meu mantra :"viva o agora, viva o presente" e pronto.
Tomei uma ducha e voltei pra cama enquanto ela fumava um cigarro, já nua. Contou que só fumava nessas ocasiões. Me ofereceu; recusei e comecei a beijá-la. No primeiro toque da minha língua nos seios dela, as pernas se abriram. Posicionei meu corpo entre suas coxas e fui descendo o movimento da língua e do peircing pela barriga bem torneada até chegar ao sexo. Linda xana, rosada e molhada, com poucos e ralos pêlos, e, contrariando meus amigos queridos, poderia dizer que até cheiorosa é. Um cheiro todo especial que só quem curte o oral assim sabe do que estou falando.
Tentei ser tão competente quanto ela foi. Acho que consegui porque o gozo foi intenso. Mas a ninfomaníaca aqui queria mais e eu subi sobre ela de forma contrária. Se todos soubessem como é bom o 69 entre duas mulheres, ficariam com inveja desse momento. Impus o meu ritmo e as minhas vontades. Embora ela soubesse que sou dominatrix, saí com ela longe dessa pretensão. Só que tem horas que a natureza da gente fala mais alto. Muitos dedos, alguns tapinhas nas coxas, arranhões na bunda e haja língua...
Gozamos quase juntas, corpos tremendo ao mínimo toque. Eletricidade pura era o que corria nas nossas veias. Alguns minutos de intervalo, conversas, risos, falei mais de mim, ela falou bastante dela (e eu notei muitos traços leoninos já velhos conhecidos meus). Ducha e últimas forças para o último orgasmo. Nesse jogo, sairíamos empatadas com todo orgulho do mundo.
Peguei o sabonete e passei pelos seus seios. Adoro a sensação do toque de seios ensaboados. Ela fez o mesmo em mim, com a diferença que os meus devem ser o triplo do tamanho dos dela. Brincou feito criança neles. Deixei e me diverti muito, enquanto a água batia nas minhas costas. E dessa vez o gozo veio individual: primeiro ela, depois eu. O toque suave dos dedos e as carícias nos seios entumecidos de prazer brindou a tarde exótica que tive neste novembro quente em Floripa.
... E qualquer outra sensação vista no espelho do quarto perdeu a importância diante do que ficou na memória das sensações...
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
O outro
O casamento dela era morno. Havia se casado por amor, era verdade. Porém, com o tempo o marido se mostrou alguém mais preocupado em acumular posses do que consigo mesmo, muito menos com a família. Com isso não deixava de querer bem a ele; sequer comentava algo negativo a respeito do seu companheiro; pelo contrário. Mas...
Ela nunca havia tido insônia. Bem resolvida, fazia o que gostava, ganhava bem, ocupava um cargo importante no governo e se sentia bonita. Mas nas últimas semanas, muitos pensamentos assombravam o seu sono, afugentando seu descanso. E nem era pelos roncos profundos do marido; ela estava acostumada. Sabia que, ao dormir, a casa poderia ser carregada por um furacão e ele não acordaria.
Pois há alguns meses ela havia conhecido um certo rapaz que contribuía para aumentar sua insônia. Aparentemente alguém comum, não fossem pelos cabelos longos, um fetiche antigo que ela alimentava secretamente. Conversando, ela foi percebendo que havia algo a mais que a perturbaria: a química. Ah! Essa junção de substâncias invisíveis e explosivas, capazes de tirar qualquer cristão do rumo. Com o tempo, descobririam que as afinidades eram maiores que supunham.
Numa dessas noites de assalto ao sono, ela se viu perturbada por uma imagem na porta do quarto. Sim, o rapaz já havia estado em sua casa e sabia o caminho do quarto, mas daí a se atrever a visitá-la durante à noite sem avisar e, pior, com a presença do seu marido, ainda que roncando feito um rinoceronte, era ousadia demais para que ela acreditasse não se tratar de um sonho.
Esfregou os olhos e viu ele colocar o dedo indicador nos lábios, pedindo que ela permanecesse em silêncio. Estupefata com a atitude atrevida e perigosa do moço, ela ficou sentada. Em passos leves, ele chegou ao lado da cama dela. Trajava uma calça folgada e uma camiseta leve, parecendo um pijama. Logo ela percebeu que estava muito excitado e, pelas formas que estavam diante dos seus olhos, confirmava que estava sem cuecas.
Numa atitude insana, ela puxou o elástico da calça, deixando o membro desejado à mostra. Como se o marido fosse uma almofada de decoração over, ela abocanhou o dito cujo do rapaz com toda fome que só as mulheres mal comidas têm - ora, quem já passou por isso sabe que o pior tipo de solidão é a que se desfruta acompanhada.
Ele abafou os gemidos, fechando os olhos com o prazer crescente. Como de costume, ela dormia nua. Foi fácil, então, que ele se aproveitasse do momento. A única coisa que os distraía era algum ronco mais agudo do marido que parecia em outro planeta, alheio à luxúria que se passava ao seu lado.
Pensou em levá-lo para outro quarto, porém um misto de arrogância e provocação a fez continuar ali mesmo o que pretendia consumar. O rapaz parecia concordar com tudo sem proferir palavra. O entendimento era perfeito via olhares.
O rapaz entrou por baixo das cobertas entre suas pernas, até chegar ao sexo que pulsava de tesão. Estava completamente molhada. Com volúpia ele a invadiu com sua língua, arrancando gemidos e suspiros fortes. Nessa hora o marido fez menção de virar-se. Ela abafou o prazer. Ele continuava. O marido roncava mais alto. Ela não podia mais se conter e então explodiu em gozo, fazendo seu corpo tremer, arrastando parte das cobertas para o chão. O marido abre um olho como se não a reconhecesse, puxa as cobertas e vira para o lado de fora da cama... para a alegria de ambos.
Foi então que ele subiu por seu corpo, beijando cada pedaço de pele, aproveitando cada espasmo; quando à boca chegou, encaixou seu sexo no dela e segurou suas pernas bem abertas. As mãos dele percorriam todo o corpo dela e as dela ora estavam tocando aquele vai-e-vem pela bunda dele, ora torciam o lençol para evitar os gritos.
Poucos minutos e a intensidade do ato tornou insuportável evitar o gozo. Orgasmo simultâneo, intenso, surreal. A cena parecia um simulacro inimaginável até para Almodóvar. Mas o prazer foi real e inesquecível.
O marido? Continuou dormindo o sono dos bem-sucedidos cornos prósperos. Ela nunca mais seria a mesma. Ele, provavelmente não sairia ileso de tamanha paixão.
Ela nunca havia tido insônia. Bem resolvida, fazia o que gostava, ganhava bem, ocupava um cargo importante no governo e se sentia bonita. Mas nas últimas semanas, muitos pensamentos assombravam o seu sono, afugentando seu descanso. E nem era pelos roncos profundos do marido; ela estava acostumada. Sabia que, ao dormir, a casa poderia ser carregada por um furacão e ele não acordaria.
Pois há alguns meses ela havia conhecido um certo rapaz que contribuía para aumentar sua insônia. Aparentemente alguém comum, não fossem pelos cabelos longos, um fetiche antigo que ela alimentava secretamente. Conversando, ela foi percebendo que havia algo a mais que a perturbaria: a química. Ah! Essa junção de substâncias invisíveis e explosivas, capazes de tirar qualquer cristão do rumo. Com o tempo, descobririam que as afinidades eram maiores que supunham.
Numa dessas noites de assalto ao sono, ela se viu perturbada por uma imagem na porta do quarto. Sim, o rapaz já havia estado em sua casa e sabia o caminho do quarto, mas daí a se atrever a visitá-la durante à noite sem avisar e, pior, com a presença do seu marido, ainda que roncando feito um rinoceronte, era ousadia demais para que ela acreditasse não se tratar de um sonho.
Esfregou os olhos e viu ele colocar o dedo indicador nos lábios, pedindo que ela permanecesse em silêncio. Estupefata com a atitude atrevida e perigosa do moço, ela ficou sentada. Em passos leves, ele chegou ao lado da cama dela. Trajava uma calça folgada e uma camiseta leve, parecendo um pijama. Logo ela percebeu que estava muito excitado e, pelas formas que estavam diante dos seus olhos, confirmava que estava sem cuecas.
Numa atitude insana, ela puxou o elástico da calça, deixando o membro desejado à mostra. Como se o marido fosse uma almofada de decoração over, ela abocanhou o dito cujo do rapaz com toda fome que só as mulheres mal comidas têm - ora, quem já passou por isso sabe que o pior tipo de solidão é a que se desfruta acompanhada.
Ele abafou os gemidos, fechando os olhos com o prazer crescente. Como de costume, ela dormia nua. Foi fácil, então, que ele se aproveitasse do momento. A única coisa que os distraía era algum ronco mais agudo do marido que parecia em outro planeta, alheio à luxúria que se passava ao seu lado.
Pensou em levá-lo para outro quarto, porém um misto de arrogância e provocação a fez continuar ali mesmo o que pretendia consumar. O rapaz parecia concordar com tudo sem proferir palavra. O entendimento era perfeito via olhares.
O rapaz entrou por baixo das cobertas entre suas pernas, até chegar ao sexo que pulsava de tesão. Estava completamente molhada. Com volúpia ele a invadiu com sua língua, arrancando gemidos e suspiros fortes. Nessa hora o marido fez menção de virar-se. Ela abafou o prazer. Ele continuava. O marido roncava mais alto. Ela não podia mais se conter e então explodiu em gozo, fazendo seu corpo tremer, arrastando parte das cobertas para o chão. O marido abre um olho como se não a reconhecesse, puxa as cobertas e vira para o lado de fora da cama... para a alegria de ambos.
Foi então que ele subiu por seu corpo, beijando cada pedaço de pele, aproveitando cada espasmo; quando à boca chegou, encaixou seu sexo no dela e segurou suas pernas bem abertas. As mãos dele percorriam todo o corpo dela e as dela ora estavam tocando aquele vai-e-vem pela bunda dele, ora torciam o lençol para evitar os gritos.
Poucos minutos e a intensidade do ato tornou insuportável evitar o gozo. Orgasmo simultâneo, intenso, surreal. A cena parecia um simulacro inimaginável até para Almodóvar. Mas o prazer foi real e inesquecível.
O marido? Continuou dormindo o sono dos bem-sucedidos cornos prósperos. Ela nunca mais seria a mesma. Ele, provavelmente não sairia ileso de tamanha paixão.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Seis mãos
Dividir o cenário de comando com meu Monstrinho - Esta situação me parecia absurda sob qualquer hipótese, mas não naquele fim de tarde, quando a terceira pessoa era quem era. Pelas janelas da minha alma, ela se mostrava aflita; pele clarinha, seios bem feitos, barriga lisinha, belas coxas e um traseiro convidativo. Os olhos são tímidos, contrastanto com a boca gulosa, sedenta de prazer. Os cabelos médios escuros, lisos, muitos brilhantes e cheirosos.Não sei como ela chegou ao meu quarto, mas sei quem a levou. Estava me testando? Ao invés do constrangimento, uma sensação de torpor tomou conta de mim. Olhei para ela como se avalia uma peça de rara beleza. Ele, postado estrategicamente atrás da moça, murmurava palavras sacanas em seus ouvidos, sem tirar os olhos de mim.
Parte dos longos cabelos do meu sub - agora, um partner cheio de atitude em comando - caía sobre os ombros alvos da belle de jour. Aos poucos ela se entregava e permitia que suas roupas fossem jogadas longe. As mãos dele percorriam todo o seu corpo, parando de forma mais longa nos seios. Ver os olhos dele se fecharem ao tocar os bicos dos seios dela me enchia de tesão e fui me aproximando. Atrevida, fez menção em escondê-lo de mim, como se o quisesse com exclusividade ou se tivesse a real propriedade. Ledo engano. Neste ínterim, quem comanda sou eu e ela entenderia isso rápida e deliciosamente...
Mais uma vez os lábios dele se moveram da nuca para o ouvido, murmurando algo que destravou suas pernas. A essa altura eu já sentia a respiração da bela no meu queixo, tão próxima eu estava, encarando-a com autoridade e desejo.
A habilidade do meu sub ainda não havia se desvencilhado da calcinha, tarefa que ele endereçou a mim pelo reflexo verde na penumbra. O vento soprava forte na janela, fazendo o corpo dela ficar mais rijo. Com a mão direita, afastei a calcinha e toquei seu clitóris, úmido e excitado. Com meus lábios a beijei com ardor, conquista e consumação. Com a mão esquerda atravessei o corpo dela, tocando o sexo do meu sub que já empurrava seu traseiro. Num instante me desfiz da última peça que ela usava.
Enquanto a beijava e a masturbava, sentia o ritmo da respiração dele aumentar e reagir às carícias no seu membro. Um das mãos dele então passou pelo meu pescoço e me puxou. Ela, aprisionada entre nós, se obrigou a presenciar nossas línguas se enroscando. Mas ao contrário de protestar, passou a participar e nos tocar com suas mãos, numa atitude ainda passiva, porém desejosa.
Tímida, suas mãos percorriam meus seios, como quem descobre um passeio diferente de férias. Larguei a boca dele e voltei a sentir o beijo mais delicado da moça, que me pedia com o olhar que fizesse aquilo que nem ela bem sabia o quê.Olhei para ele, que sorriu maroto, aprovando minha intenção. Desci com os lábios pela barriga, coloquei uma das pernas dela em cima da minha cadeira em frente ao notebook e comecei a usar a língua maliciosamente. Não sei se estranhando o piercing ou porque realmente meu talento é admirável, ela se contorcia e dava gritinhos. Ele a segurava, beijando suas costas, acariciando meus cabelos. Quando notei que ela estava próxima ao gozo, segurei o intrumento dele com força, impelindo-o para que a penetrasse. O movimento dos quadris de ambos denunciava a tentativa feliz.
Com um movimento da cabeça, pude sentir o sexo dela pulsando e o dele tocando minha língua enquanto eu a chupava. Ambos iriam gozar muito rápido.
Os gemidos aumentaram e a violência dos movimentos agora era evidente. Afastei o rosto e ele, parecendo entender minha volúpia, tirou o pênis dela para gozar na minha boca. Felizmente ele não esqueceu que todos os seus orgasmos me pertencem. Os jatos passaram pela pele e pelo gozo dela, inundando meu rosto de prazer.
Levantei e fui até o banheiro me recompor. Quando voltei, ambos me olhavam com cara de satisfação, como se eu houvesse realizado uma fantasia impossível. De certa forma, havia alguma razão nos olhares, mas eu pouco me importava. Afinal, nenhum amor anula nossa animalidade!
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Fábula do hedonismo - a Rainha da luxúria e seu súdito voluptuoso

Num reino muito distante, exatos 314 km, vivia uma Rainha muito generosa, mas um tanto sádica. Tinha gosto por chicotes, clamps, plugs, cordas, strap-ons e outros acessórios poucos convencionais, sobretudo para uma majestade. Muitos bravos cavaleiros já haviam tentado desposá-la, porém ela era conhecida por seu temperamento excêntrico e exigente. Além do gosto distinto, as más (ou boas) línguas espalhavam sua fama de habilidosa nas artes da felação.
A Rainha vivia com seus súditos e muitos amigos, aos quais concedera regalias e honras de nobreza. Era feliz, voraz e sacana, com toda liberdade que uma Rainha tem em ser o que bem entende.
Um dia, um amável forasteiro de longos cabelos escuros, olhos de um verde de matizes invulgares, apareceu nas redondezas daquele reino. Talentoso, encantava às moças do povoado com suas músicas, suas estórias e sua beleza. Carregava consigo a habilidade de divertir, inventar e improvisar. Em pouco tempo, muitas senhoritas do reino da Rainha sádica e generosa já estavam caídas de amor pelo forasteiro. Ele, numa busca errante, embora sempre sorrindo, sentia uma parte do seu coração vazio, como se um incansável vento minuano o atormentasse nas noites de inverno ou como quando a lua brindava Hades com sua ausência. Precisava de calor, do novo e do inusitado. Não sabia bem ao certo porque havia parado naquelas terras, mas algo o atraía para lá.
A Rainha há alguns dias se sentia sedenta por algo novo e mandou, quase que por engano, convocar alguns plebeus para um novo baile. Numa de suas saídas matutinas, cruzou com o forasteiro e, confundindo-o com um nobre poeta da corte, convidou-o para o baile pessoalmente. O forasteiro, encantado com o verde esmeralda dos olhos da Rainha e os cabelos mais rubros que já havia contemplado, sentiu um perfume odor di faemina invadir seu corpo e sua mente. Era um cheiro forte, delicioso, provocador... Precisava ter aquela mulher.
Era dispensável que questionasse quem era porque todos se curvavam quando Ela passava. Mesmo assim ele quis confirmar quem era a dona do perfume mais inebriante que seu nariz havia provado.
- Ora, pois, senhor. Estás tolo? Cá passou a dona de tudo que teus olhos podem contemplar. É a Rainha de tudo e todos nós.
Seus pensamentos voaram. Era um tanto pedante e não enxergava obstáculos para seus quereres.
O dia do baile chegou. O forasteiro pediu emprestadas algumas roupas do verdureiro que o hospedava. Embora as duas filhas do gentil senhor estivessem perdidas de amor pelo rapaz, ele havia observado como a Rainha o fitou com aquele olhar dominatrix que todos no Reino conheciam e admiravam. Resolveu não atrapalhar o caminho da majestade. Não seria prudente...
Os longos e lisos cabelos do rapaz por si só eram um belo adorno. Ao entrar no palácio real, o forasteiro foi recebido com aquele olhar misterioso e impositivo que fazia da Rainha uma majestade sem armas. Lentamente ela se aproximou do belo estranho, pegou na sua mão com força. Ele, sem saber bem como reagir, beijou a mão da Rainha, curvando o corpo ligeiramente em respeito à Sua Majestade. Ela deu as costas, ordenando que a acompanhasse. Como dos seus diversos talentos, não era a dança o seu forte, se esmerou em fazer os passos mais básicos e perder-se nos olhos dela, tentando encontrar alguma utilidade no momento em que sentia seu ser escravizado.
A Rainha, impetuosa, deu vazão à sua luxúria e arrastou o forasteiro para seus aposentos, desafiando todas as regras de boa anfitriã, que sempre procurava manter com maestria.
Abriu a porta delicada e firmemente. Sem ao menos perguntar o nome do moço a quem desejava ter em sua cama, foi logo dizendo:
- Há uma regra neste reino que diz que todo e qualquer homem desejado pela Rainha, entrando em seus aposentos reais, se for pego com uma única peça de roupa, será condenado a perder o que Deus lhe concedeu como objeto de prazer e está exatamente entre o meio de suas pernas, abaixo do ventre e acima do joelho. Pretende ser punido?
- Majestade, Magnífica Rainha, se puder ser complacente com seu súdito e me der a chance de cumprir suas ordens, prometo e juro pela minha honra que em três minutos estarei conforme desejar.
Ao lado da cama estava um pequeno cane com a qual a Rainha costumava brincar. Ela o pegou e batendo firme nas palmas das próprias mãos, deu duas voltas em torno do corpo do forasteiro. Esfregou uma parte do cane nas suas nádegas e ele já afrouxava seu plastron em respeito àquela lei mais que original.
- Sim, meu rapaz, mas aviso que serão apenas 3 minutos, nem um segundo a mais! E em parte do cumprimento da lei, eu devo ajudar o senhor a despir-se para a garantia do dever cumprido.
- Como a senhora quiser, Majestade!
A Rainha tirou a camisa do forasteiro, abocanhando seus mamilos rosados, cravando seus dentes com furor. Com a outra mão, habilidosa por sinal, ela retirou suas calças e suas ceroulas, segurando com firmeza o objeto de punição. Faltavam os sapatos e a essa altura, o forasteiro não conseguia conter seu tesão...
- Por favor, alteza, tenha a bondade de afrouxar o meu membro para que eu consiga tirar os meus sapatos e assim possa honrar a minha promessa.
- Cale a boca, insolente! Restam 30 segundos para que cumpras as minhas ordens e verás como sou rígida nesse ínterim.
Abocanhando o pau rígido do forasteiro, mantendo um olhar sarcástico, a Rainha submeteu o pobre rapaz ao suplício de abaixar-se um tanto de lado, equilibrando-se ao mesmo tempo em que era chupado, para tirar os sapatos e as meias. Enfim o conseguiu, felizmente no tempo determinado.
A Rainha o empurrou contra a cama, ajoelhou-se diante daquele falo formoso e, de uma vez só, o colocou na boca novamente, sugando, lambendo, chupando. A essa altura o moço via seus sentidos o abandonarem. Perdia a noção do tempo e do espaço. Parando por alguns segundos, a generosa Rainha explicou:
- Como vê, meu Reino possui algumas leis um tanto diferentes e por essa razão eu me permito ajoelhar diante de um súdito ou mesmo de um escravo, desde que meu prazer esteja em primeiro lugar para ambos.
Voltando à arte do cunilingus, a Rainha deslizou sua língua para cima e para baixo, enquanto seus dedos reais percorriam o ânus do rapaz, um tanto assustado, mas satisfeito e entregue demais para qualquer recusa ou mesmo protesto.
- Agora a ordem é expressa. Despir-me-ei e deitarei sobre a cama, onde o senhor deve ajoelhar-se na altura dos meus ombros, penetrando minha boca como faria em outra parte do meu corpo que, se eu gostar deste serviço, poderás ter a honra de conhecer. Não pararás um momento sequer e, quando estiver prestes a me inundar, segurarás minha cabeça por trás dos meus cabelos a fim de que eu me prepare para o momento de júbilo. Se assim o fizer, serás agraciado com a oportunidade de beijar todo o meu corpo, inclusive as partes mais baixas.
- Nem em sonho eu imaginava receber uma ordem tão prazerosa como esta, minha Rainha.
Como ela ordenou, sentou de forma que seu membro penetrava os lábios quentes e macios da Majestade como se fossem a própria vulva a engoli-lo. Em poucos minutos, com a furiosa habilidade da Rainha e o incrível prazer que sentia, segurou seus lindos cabelos vermelhos com delicadeza por trás do seu lindo e perfumado pescoço. Sua língua ágil se esmerou em lambê-lo de forma constante, aumentando o tônus para o êxtase e uma enxurrada de esperma esquentou a úvula da Rainha, satisfeita com a ordem cumprida e o prazer alcançado. Suas duas esmeraldas brilhavam com paixão desenfreada. O forasteiro atreveu-se a descer o corpo, sem as ordens da sua Majestade, para beijar-lhe os lábios. O beijo longo selou o amor de Rainha e súdito, que assim permaneceria na eternidade daquele fogo infindável de ambos.
O súdito, honrado com aquela concessão celestial, beijou todo o corpo da Rainha que agora possuía sua alma e seu físico. E era só o começo de uma história com muitos capítulos de felicidade, luxúria, volúpia e prazer recíprocos.
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