Todo ano a gente se despede de um ciclo e comemora outro. Bobagem ou não, é um momento em que todas as energias do planeta estão voltadas para a RENOVAÇÃO. Quem não quer ser feliz? Todos queremos saúde, amor, paz, prosperidade, sucesso, alegrias...
Então, meus queridos que acompanham o Confissões de uma Mistress e aos que virão certamente, aproveito esse post para agradecer a todos vocês que por aqui passaram, comentaram, concordaram, discordaram e acompanharam meus prazeres, meus delírios, minhas tristezas, meus sonhos e minhas realizações. E, claro, desejo que cada um de vocês encontre o seu caminho de felicidade, tendo suas necessidades supridas por Aquele que, não importa o nome, sabe muito mais do que nós do que precisamos e na hora que precisamos.
Que 2010 seja um ano em que possamos nos abrir às energias do Criador e ao merecimento do que de fato é nosso. Ah, não posso esquecer de agradecer duas coisas muito especiais: ter conhecido meu Monstrinho e o meu Chatinho... Um encheu meus dias de 2009 com alegrias, apoio, prazer, diversão, compreensão e lucidez; o outro chegou no finzinho, mas me trouxe um viço que há tempos não tinha, uma nova maneira de acreditar no amor.
Ao primeiro, desejo que conquiste seus objetivos e tenha o retorno de toda sua alegria, brilhantismo, carinho, preocupação, generosidade e criatividade. Ao segundo, desejo plenitude, paz, ordem nas idéias, sossego nos tormentos e que seja muito amado (por mim, claro...), experimentando um carinho e uma dedicação que talvez nunca tenha provado; que reconheça o bom da vida e consiga se desligar do que não presta, vivendo o hoje, planejando e trabalhando pelo amanhã!
A todos vocês o meu obrigado e meus votos de um 2010 tudibão...
Beijos da Vulgata
sábado, 2 de janeiro de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Perversões amorosas
Uma cabana simples e viver de amor... quando estamos apaixonados acreditamos que só o amor nos basta. E eu devo ser uma maluca às avessas porque me dá tremendo prazer viver as chatices do dia-a-dia, passar a camisa do namorado que vai trabalhar, limpar a casa juntos, ir às compras, brigar para depois fazer as pazes, jantar no supermercado do bairro, ligar para mil e um amigos atrás de um apartamento novo para alugar. Sim, 'viajo' 30 km todos os dias para ir e mais 30 para voltar se preciso for para apreciar aquele sorriso maroto...
E as perversões? Afinal, nem só de brincar de casinha vive uma mulher como eu. Ah, as perversões... Descobrir o sabor das sacanagens amorosas é um tesão sem fim. O cheiro dele misturado ao meu, nossas dezenas de sabores fundidos na volúpia de fantasias satisfeitas. Surpresa! Ele gosta do que eu gosto! Que bom! Porque seria doloroso e talvez até insuportável por muito tempo conviver com um amor que não aceite e/ou não curta a descoberta dos fetiches.
Não é meu sub, não é meu dom, é um fetichista que estou aprendendo a amar. Dois estranhos perversos fundindo sonhos e sentimentos.
Enfim, achei alguém todinho meu, gentem, e estou muito feliz. Mais feliz ainda porque posso ser eu mesma, nas mais perversas volúpias e nas mais inocentes manias, que ele vai me ouvir, me respeitar e pelo menos tentar. Hoje confesso a vocês, como mistress e sobretudo como mulher, que estou imensamente satisfeita com o meu presente de Natal desse ano...
E as perversões? Afinal, nem só de brincar de casinha vive uma mulher como eu. Ah, as perversões... Descobrir o sabor das sacanagens amorosas é um tesão sem fim. O cheiro dele misturado ao meu, nossas dezenas de sabores fundidos na volúpia de fantasias satisfeitas. Surpresa! Ele gosta do que eu gosto! Que bom! Porque seria doloroso e talvez até insuportável por muito tempo conviver com um amor que não aceite e/ou não curta a descoberta dos fetiches.
Não é meu sub, não é meu dom, é um fetichista que estou aprendendo a amar. Dois estranhos perversos fundindo sonhos e sentimentos.
Enfim, achei alguém todinho meu, gentem, e estou muito feliz. Mais feliz ainda porque posso ser eu mesma, nas mais perversas volúpias e nas mais inocentes manias, que ele vai me ouvir, me respeitar e pelo menos tentar. Hoje confesso a vocês, como mistress e sobretudo como mulher, que estou imensamente satisfeita com o meu presente de Natal desse ano...
sábado, 12 de dezembro de 2009
Na sua
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás... *
(* A Sua - Marisa Monte)
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Quem inventou o amor???
Ontem conversava com um muito querido meu, ex-namorado e grande amigo. Há alguns meses adotei o hábito de pegar no pé dele, puxar a orelha pra valer, dizendo tudo que antes - enquanto éramos namorados - eu tinha vontade de falar e não o fazia por medo de perdê-lo.
É estranho, bacana e ao mesmo tempo surpreendente ver uma frase colocada no perfil do orkut se concretizar: "...o amor muda de status, mas permanece na essência." A leveza que o amor pode adquirir quando alguns pré-conceitos se vão e algum tempo se passa é algo impagável, porém, infelizmente, pouco compreendido e aplicado. As teorias são muitas. Gente arrotando aos quatro ventos que é liberal, que tem cabeça aberta, que isso ou aquilo, mas pouco se vê no concreto. O que mais testemunhamos, ainda, é a imbecilidade imperando. Pessoas policiando, fiscalizando e sentido-se donas da vida de quem 'dizem' amar. "Quem ama cuida!" tem até comunidade no orkut numa tentativa de justificar o bichinho do ciúmes.
Mas Lady, você não é ciumenta? Sim, sou humana. Acho que a emoção dos sentimentos é comum a todo o ser humano, o que nos diferencia é a forma como lidamos com isso e a maneira com que valorizamos cada coisa na nossa vida. E há muito tempo eu decidi não dar tanta importância aos meus ataques de ciúmes, colocando em prática minha própria teoria de ser leal e não necessariamente fiel.
Receita de bolo? Estou longe de ter, mas a minha fórmula de encarar essa emoção chamada ciúme tem dado certo. E não pensem que não amo, porque sou extremamente visceral, sentimental com força...kkkkkkkkkkkk
Hoje pela manhã, falando com outro muito muito querido, meu Monstrinho, larguei uma das minhas pérolas em forma de insight: "sou visceral e tudo que me desperte essa profundidade, me conquista." Mas é verdade. Não sou morna e detesto isso. Vivo a vida com intesidade, me jogo, enfio o pé na jaca se for preciso, mas experimento tudo ao menos uma vez na vida (essa é pra MariaPos).
E o que é melhor nessa vida do que o amor, minha gente? Seja amor pelos filhos, pelos pais, pelos amigos, por si mesmo, pelo trabalho, por ele, por ela, por eles...? Quem inventou o amor, seja Deus, seja o nome que for, é um gênio irretocável. Que sentimento mais contraditório, didático e delicioso! Só se é pleno amando.
E é por isso, Jon Jon, que eu te dedico esse post. Primeiro porque meu amor por ti é verdadeiro e sabes disso. Segundo, porque se realmente a ama (sabes de quem estou falando), viva isso com intensidade e se permita trilhar caminhos desconhecidos, sem neuras e sem achar que 'sabe o que vai acontecer'. Deixe a vida te levar e abra seu coração pra valer.
O Cara que inventou o amor saberá te conduzir da melhor forma. Dê a cara a tapa, sofra, ame, seja amado, seja leveeeee, seja feliz, honey! Não tenha medo de ser piegas, ridículo (como a imagem do post, escolhida a dedo...rs), babão. O resto todo é aprendizado e crescimento... e eu estou sempre aqui! ;-)
"... que seja eterno enquanto dure!"
É estranho, bacana e ao mesmo tempo surpreendente ver uma frase colocada no perfil do orkut se concretizar: "...o amor muda de status, mas permanece na essência." A leveza que o amor pode adquirir quando alguns pré-conceitos se vão e algum tempo se passa é algo impagável, porém, infelizmente, pouco compreendido e aplicado. As teorias são muitas. Gente arrotando aos quatro ventos que é liberal, que tem cabeça aberta, que isso ou aquilo, mas pouco se vê no concreto. O que mais testemunhamos, ainda, é a imbecilidade imperando. Pessoas policiando, fiscalizando e sentido-se donas da vida de quem 'dizem' amar. "Quem ama cuida!" tem até comunidade no orkut numa tentativa de justificar o bichinho do ciúmes.
Mas Lady, você não é ciumenta? Sim, sou humana. Acho que a emoção dos sentimentos é comum a todo o ser humano, o que nos diferencia é a forma como lidamos com isso e a maneira com que valorizamos cada coisa na nossa vida. E há muito tempo eu decidi não dar tanta importância aos meus ataques de ciúmes, colocando em prática minha própria teoria de ser leal e não necessariamente fiel.
Receita de bolo? Estou longe de ter, mas a minha fórmula de encarar essa emoção chamada ciúme tem dado certo. E não pensem que não amo, porque sou extremamente visceral, sentimental com força...kkkkkkkkkkkk
Hoje pela manhã, falando com outro muito muito querido, meu Monstrinho, larguei uma das minhas pérolas em forma de insight: "sou visceral e tudo que me desperte essa profundidade, me conquista." Mas é verdade. Não sou morna e detesto isso. Vivo a vida com intesidade, me jogo, enfio o pé na jaca se for preciso, mas experimento tudo ao menos uma vez na vida (essa é pra MariaPos).
E o que é melhor nessa vida do que o amor, minha gente? Seja amor pelos filhos, pelos pais, pelos amigos, por si mesmo, pelo trabalho, por ele, por ela, por eles...? Quem inventou o amor, seja Deus, seja o nome que for, é um gênio irretocável. Que sentimento mais contraditório, didático e delicioso! Só se é pleno amando.
E é por isso, Jon Jon, que eu te dedico esse post. Primeiro porque meu amor por ti é verdadeiro e sabes disso. Segundo, porque se realmente a ama (sabes de quem estou falando), viva isso com intensidade e se permita trilhar caminhos desconhecidos, sem neuras e sem achar que 'sabe o que vai acontecer'. Deixe a vida te levar e abra seu coração pra valer.
O Cara que inventou o amor saberá te conduzir da melhor forma. Dê a cara a tapa, sofra, ame, seja amado, seja leveeeee, seja feliz, honey! Não tenha medo de ser piegas, ridículo (como a imagem do post, escolhida a dedo...rs), babão. O resto todo é aprendizado e crescimento... e eu estou sempre aqui! ;-)
"... que seja eterno enquanto dure!"
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Agora sim!
Agora sim está tudo pronto: local definido, preços, horários das turmas à noite durante a semana e das turmas aos sábados para dezembro/2009, janeiro e fevereiro de 2010. Até o menu do coffee break já foi preparado! Então, amores, ajudem a Lady a divulgar por todos os meios que vocês considerem apropriados e eficientes.Beijos e obrigada!
LV
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Nas curvas da estrada que leva ao paraíso
Muitas estradas são belos caminhos que nos levam a destinos os quais ansiamos por visitar, conhecer ou rever. Algumas estradas são apenas metáforas de tempos de saudades, distâncias físicas ou desejos incontidos.
O dia havia sido cansativo. Cheguei em casa e só queria o chuveiro e a cama. Fui arrancando as roupas pelo corredor e me joguei embaixo da água morna. A cabeça, que antes fervia, agora começava a ficar livre das impurezas.
Ouvi o barulho das chaves girando. Pensei que fosse o Cosmo me devolvendo a chave do carro. Silêncio de vozes ou passos e a porta do box se abre. Tomei um tremendo susto, logo recuperado pela visão do meu Monstrinho nu, de cabelos soltos. Não esperava vê-lo aquela hora, naquele dia...
Abracei longamente meu cabeludo preferido que estava com o corpo fervendo, não sei se pelos 36 graus que fizeram durante a tarde, ou pelo tesão acumulado. Senti que estava tão livre de suas próprias resistências que se atirou embaixo da água junto a mim, sem se preocupar em molhar as longas madeixas ou se havia alguém em casa. Se despiu literalmente e completamente. E eu adoro entregas...
Tomamos um ótimo banho, claro, com alguns amassos, mãos bobas e beijos ardentes. Uma toalha para nós dois, muitas brincadeiras, uma leve ameaça de esconde-esconde e eu me esparramei na cama com os cabelos ultra-molhados. Fiz aquela cara de pidona e ganhei uma massagem maravilhosa que começou nos pés e terminou nas costas.
Quase dormi, não fosse pelo fogo que saía de mim. Ele tocou meu corpo para que virasse de frente; ajeitou meu pescoço num travesseiro macio, se livrou da toalha que ainda impunha alguma barreira entre nós e foi até os meus pés. Beijou-os com carinho, chupou meus dedinhos, lambeu minhas solas, acariciou cada pétala da flor que tenho tatuada no pé e tornozelo direito. A estrada que se coloca a sua frente era cheia de curvas, algumas serras e um 'monte' no final. Sem pressa, ele percorreu o caminho com sua língua servindo de veículo.
Por vezes, diminuiu a velocidade e parou para pequenas trocas com as mãos ou mordidas de leve, atiçando mais e mais minha lascívia e meu desejo de ser invadida. Chegando às coxas, abri as pernas o máximo que consegui. Aqueles olhos verdes já cintilavam o resumo do tesão que pairava.
Com sofreguidão, ele abocanhou o 'fim da estrada' e o começo do paraíso de ambos. Meu corpo se contorcia, as mãos dele seguravam as minhas, cúmplices.
Dizer que tive um orgasmo seria um eufemismo ofensivo. Prefiro dizer que foi uma estrada muito bem percorrida, com destino certo e tranquilo, passagem para as outras formas de prazer que nos consumiram por mais algumas horas deste dia incomum!
O dia havia sido cansativo. Cheguei em casa e só queria o chuveiro e a cama. Fui arrancando as roupas pelo corredor e me joguei embaixo da água morna. A cabeça, que antes fervia, agora começava a ficar livre das impurezas.
Ouvi o barulho das chaves girando. Pensei que fosse o Cosmo me devolvendo a chave do carro. Silêncio de vozes ou passos e a porta do box se abre. Tomei um tremendo susto, logo recuperado pela visão do meu Monstrinho nu, de cabelos soltos. Não esperava vê-lo aquela hora, naquele dia...
Abracei longamente meu cabeludo preferido que estava com o corpo fervendo, não sei se pelos 36 graus que fizeram durante a tarde, ou pelo tesão acumulado. Senti que estava tão livre de suas próprias resistências que se atirou embaixo da água junto a mim, sem se preocupar em molhar as longas madeixas ou se havia alguém em casa. Se despiu literalmente e completamente. E eu adoro entregas...
Tomamos um ótimo banho, claro, com alguns amassos, mãos bobas e beijos ardentes. Uma toalha para nós dois, muitas brincadeiras, uma leve ameaça de esconde-esconde e eu me esparramei na cama com os cabelos ultra-molhados. Fiz aquela cara de pidona e ganhei uma massagem maravilhosa que começou nos pés e terminou nas costas.
Quase dormi, não fosse pelo fogo que saía de mim. Ele tocou meu corpo para que virasse de frente; ajeitou meu pescoço num travesseiro macio, se livrou da toalha que ainda impunha alguma barreira entre nós e foi até os meus pés. Beijou-os com carinho, chupou meus dedinhos, lambeu minhas solas, acariciou cada pétala da flor que tenho tatuada no pé e tornozelo direito. A estrada que se coloca a sua frente era cheia de curvas, algumas serras e um 'monte' no final. Sem pressa, ele percorreu o caminho com sua língua servindo de veículo.
Por vezes, diminuiu a velocidade e parou para pequenas trocas com as mãos ou mordidas de leve, atiçando mais e mais minha lascívia e meu desejo de ser invadida. Chegando às coxas, abri as pernas o máximo que consegui. Aqueles olhos verdes já cintilavam o resumo do tesão que pairava.
Com sofreguidão, ele abocanhou o 'fim da estrada' e o começo do paraíso de ambos. Meu corpo se contorcia, as mãos dele seguravam as minhas, cúmplices.
Dizer que tive um orgasmo seria um eufemismo ofensivo. Prefiro dizer que foi uma estrada muito bem percorrida, com destino certo e tranquilo, passagem para as outras formas de prazer que nos consumiram por mais algumas horas deste dia incomum!
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Duas novidades
E a outra novidade é a gestação (quase no final) do mais novo portal sobre fetiches do Brasil. Aguardem o iFetiche... Logo logo convido vocês pelo blog, pelo twitter, pelo orkut e por todos os meios que estiverem à minha disposição. Fiquem ligados!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Leoa no fogo (em fogo)
O significado do seu nome é fogo divino ou leoa doce que almeja pelo espírito em elevação. Não sei o quanto carregamos dos nossos nomes nas nossas essências. E realmente acho que sou muito do que meu nome significa, assim como afirmo que minha filha é "aquela que traz alegria".
Pois bem, a doce leoa que surgiu na minha vida há pouco tempo tem um toque de rebeldia nas suas atitudes, expresso, em parte, em suas tatuagens e peircings, talvez no modo como arruma seus cabelos ou nas asas que adquire pilotando sua motocicleta.
Talvez, coincidentemente, seja leonina...
Ela me esperou por alguns minutos na esquina, onde fica a banca de revistas da quadra. O cabelos castanhos bagunçados em parte pelo penteado, parte pelo vento que soprava forte e morno. Os olhos convidativos perguntaram:
- Pronta!
- Sim, desculpe pelo atraso. Demorei no trânsito e queria passar uma água no corpo.
- Sem problemas. Te esperaria a tarde inteira.
Corei. Pus o capacete e subi na moto.
Foi muito bom sentir o ar em movimento invadindo todo o meu corpo, numa sensação de liberdade que só essas asas em rodas podem nos proporcionar. Timidamente ela procurava minha mão esquerda e a punha sobre sua coxa enquanto manobrava em meio ao trânsito caótico da SC-402 em obras.
Engraçado foi entrar no motel de moto. Nunca havia feito, embora hoje em dia nem seja mais problema porque tudo é informatizado. Claro que sei que há pessoas nos vendo, mas sem o olho no olho a vergonha diminui e muito!
Não quis sacrificar seu 1,60 m de altura e pouco mais de 50 kg; desci da moto da forma mais leve que consegui, sendo essa pessoa 'miúda' que sou. Entrei no quarto falando, como sempre, e ela sorria para mim. Tirei as sandálias e deitei. Ela arrumou as bolsas e capacetes em cima da mesa, tirou a blusa e deitou ao meu lado. Observava como meus lábios se moviam e meus pés balançando no reflexo do espelho lateral. E quando eu finalmente respirei do meu discurso egocêntrico ela me beijou. Um longo e molhado beijo.
Corei. Retribui e a puxei para mim. Interessante como pessoas pequenas podem se tornar leoas quando querem algo. Pois minha pequena leonina 'avançou' em mim com a fúria e sensualidade dos felinos. As mãos ágeis rapidamente tiraram a minha calça, calcinha e o meu sutiã (eis uma dificuldade que mulheres não têm...). Beijou meu pescoço, seios, barriga e parou nela. Sim, a moça tem uma língua que faria qualquer um entregar seu reino.
Lambidas intercaladas com chupadinhas de leve no lugar certo me faziam contorcer todos os músculos do corpo. Aos poucos ela foi colocando um, dois, três dedos. Gozei! Gozei muito! Acho que deixei o rosto dela inundado. Mas ela não parou... Agora colocava um dedo atrás e dois na frente, lambendo sem parar. Rindo, em meio ao êxtase, perguntei se fazia malhação de glúteos e tríceps ou da língua. Parou de me lamber por alguns segundos e disse:
- Quando se tem tudo isso numa cama, a gente até esquece a fadiga muscular...
Voltei e me contorcer e gozei de novo, dessa vez com mais intensidade e por mais tempo. Não tinha mais forças. Pedi arrego!
- Tá, deita aqui nos meus braços enquanto eu me refaço, doidinha!
- Delícia és tu, mulher! Linda, simpática e gostosa. Confesso que não imaginava que fosse assim.
- Deiuxa de ser boba, você é ótima e eu nem fiz nada ainda.
- Mesmo que não fizesse, estou feliz por estar aqui contigo.
Dei um sorriso satisfeito, porém receoso. Como sempre digo, não sou bissexual, muito menos lésbica. Nunca me apaixonei por uma mulher e meu fetiche é muito pontual, por tipos muito específicos e de forma bem esporádica. Meu receio era não saber lidar com o pós. Então mentalizei o meu mantra :"viva o agora, viva o presente" e pronto.
Tomei uma ducha e voltei pra cama enquanto ela fumava um cigarro, já nua. Contou que só fumava nessas ocasiões. Me ofereceu; recusei e comecei a beijá-la. No primeiro toque da minha língua nos seios dela, as pernas se abriram. Posicionei meu corpo entre suas coxas e fui descendo o movimento da língua e do peircing pela barriga bem torneada até chegar ao sexo. Linda xana, rosada e molhada, com poucos e ralos pêlos, e, contrariando meus amigos queridos, poderia dizer que até cheiorosa é. Um cheiro todo especial que só quem curte o oral assim sabe do que estou falando.
Tentei ser tão competente quanto ela foi. Acho que consegui porque o gozo foi intenso. Mas a ninfomaníaca aqui queria mais e eu subi sobre ela de forma contrária. Se todos soubessem como é bom o 69 entre duas mulheres, ficariam com inveja desse momento. Impus o meu ritmo e as minhas vontades. Embora ela soubesse que sou dominatrix, saí com ela longe dessa pretensão. Só que tem horas que a natureza da gente fala mais alto. Muitos dedos, alguns tapinhas nas coxas, arranhões na bunda e haja língua...
Peguei o sabonete e passei pelos seus seios. Adoro a sensação do toque de seios ensaboados. Ela fez o mesmo em mim, com a diferença que os meus devem ser o triplo do tamanho dos dela. Brincou feito criança neles. Deixei e me diverti muito, enquanto a água batia nas minhas costas. E dessa vez o gozo veio individual: primeiro ela, depois eu. O toque suave dos dedos e as carícias nos seios entumecidos de prazer brindou a tarde exótica que tive neste novembro quente em Floripa.
... E qualquer outra sensação vista no espelho do quarto perdeu a importância diante do que ficou na memória das sensações...
Pois bem, a doce leoa que surgiu na minha vida há pouco tempo tem um toque de rebeldia nas suas atitudes, expresso, em parte, em suas tatuagens e peircings, talvez no modo como arruma seus cabelos ou nas asas que adquire pilotando sua motocicleta.
Talvez, coincidentemente, seja leonina...
- Pronta!
- Sim, desculpe pelo atraso. Demorei no trânsito e queria passar uma água no corpo.
- Sem problemas. Te esperaria a tarde inteira.
Corei. Pus o capacete e subi na moto.
Foi muito bom sentir o ar em movimento invadindo todo o meu corpo, numa sensação de liberdade que só essas asas em rodas podem nos proporcionar. Timidamente ela procurava minha mão esquerda e a punha sobre sua coxa enquanto manobrava em meio ao trânsito caótico da SC-402 em obras.
Engraçado foi entrar no motel de moto. Nunca havia feito, embora hoje em dia nem seja mais problema porque tudo é informatizado. Claro que sei que há pessoas nos vendo, mas sem o olho no olho a vergonha diminui e muito!
Não quis sacrificar seu 1,60 m de altura e pouco mais de 50 kg; desci da moto da forma mais leve que consegui, sendo essa pessoa 'miúda' que sou. Entrei no quarto falando, como sempre, e ela sorria para mim. Tirei as sandálias e deitei. Ela arrumou as bolsas e capacetes em cima da mesa, tirou a blusa e deitou ao meu lado. Observava como meus lábios se moviam e meus pés balançando no reflexo do espelho lateral. E quando eu finalmente respirei do meu discurso egocêntrico ela me beijou. Um longo e molhado beijo.
Corei. Retribui e a puxei para mim. Interessante como pessoas pequenas podem se tornar leoas quando querem algo. Pois minha pequena leonina 'avançou' em mim com a fúria e sensualidade dos felinos. As mãos ágeis rapidamente tiraram a minha calça, calcinha e o meu sutiã (eis uma dificuldade que mulheres não têm...). Beijou meu pescoço, seios, barriga e parou nela. Sim, a moça tem uma língua que faria qualquer um entregar seu reino.
Lambidas intercaladas com chupadinhas de leve no lugar certo me faziam contorcer todos os músculos do corpo. Aos poucos ela foi colocando um, dois, três dedos. Gozei! Gozei muito! Acho que deixei o rosto dela inundado. Mas ela não parou... Agora colocava um dedo atrás e dois na frente, lambendo sem parar. Rindo, em meio ao êxtase, perguntei se fazia malhação de glúteos e tríceps ou da língua. Parou de me lamber por alguns segundos e disse:
- Quando se tem tudo isso numa cama, a gente até esquece a fadiga muscular...
Voltei e me contorcer e gozei de novo, dessa vez com mais intensidade e por mais tempo. Não tinha mais forças. Pedi arrego!
- Tá, deita aqui nos meus braços enquanto eu me refaço, doidinha!
- Delícia és tu, mulher! Linda, simpática e gostosa. Confesso que não imaginava que fosse assim.
- Deiuxa de ser boba, você é ótima e eu nem fiz nada ainda.
- Mesmo que não fizesse, estou feliz por estar aqui contigo.
Dei um sorriso satisfeito, porém receoso. Como sempre digo, não sou bissexual, muito menos lésbica. Nunca me apaixonei por uma mulher e meu fetiche é muito pontual, por tipos muito específicos e de forma bem esporádica. Meu receio era não saber lidar com o pós. Então mentalizei o meu mantra :"viva o agora, viva o presente" e pronto.
Tomei uma ducha e voltei pra cama enquanto ela fumava um cigarro, já nua. Contou que só fumava nessas ocasiões. Me ofereceu; recusei e comecei a beijá-la. No primeiro toque da minha língua nos seios dela, as pernas se abriram. Posicionei meu corpo entre suas coxas e fui descendo o movimento da língua e do peircing pela barriga bem torneada até chegar ao sexo. Linda xana, rosada e molhada, com poucos e ralos pêlos, e, contrariando meus amigos queridos, poderia dizer que até cheiorosa é. Um cheiro todo especial que só quem curte o oral assim sabe do que estou falando.
Tentei ser tão competente quanto ela foi. Acho que consegui porque o gozo foi intenso. Mas a ninfomaníaca aqui queria mais e eu subi sobre ela de forma contrária. Se todos soubessem como é bom o 69 entre duas mulheres, ficariam com inveja desse momento. Impus o meu ritmo e as minhas vontades. Embora ela soubesse que sou dominatrix, saí com ela longe dessa pretensão. Só que tem horas que a natureza da gente fala mais alto. Muitos dedos, alguns tapinhas nas coxas, arranhões na bunda e haja língua...
Gozamos quase juntas, corpos tremendo ao mínimo toque. Eletricidade pura era o que corria nas nossas veias. Alguns minutos de intervalo, conversas, risos, falei mais de mim, ela falou bastante dela (e eu notei muitos traços leoninos já velhos conhecidos meus). Ducha e últimas forças para o último orgasmo. Nesse jogo, sairíamos empatadas com todo orgulho do mundo.
Peguei o sabonete e passei pelos seus seios. Adoro a sensação do toque de seios ensaboados. Ela fez o mesmo em mim, com a diferença que os meus devem ser o triplo do tamanho dos dela. Brincou feito criança neles. Deixei e me diverti muito, enquanto a água batia nas minhas costas. E dessa vez o gozo veio individual: primeiro ela, depois eu. O toque suave dos dedos e as carícias nos seios entumecidos de prazer brindou a tarde exótica que tive neste novembro quente em Floripa.
... E qualquer outra sensação vista no espelho do quarto perdeu a importância diante do que ficou na memória das sensações...
domingo, 15 de novembro de 2009
A imagem de cada um
Ontem aconteceu o último encontro do grupo BDSM-SC do ano. Na minha avaliação, foi o melhor de 2009, não só pelo número de participantes, mas principalmente pela qualidade dos debates, a descontração e o clima amistoso.
Fui a primeira a ir embora porque tive que levar a futura fetichista que me chama de mãe. Passava da 1h e ela reclamava de sono, apesar dos muitos paparicos do pessoal que a adotou como mascote. Enfim, nunca escondo de ninguém, seja quem for, que tenho uma filha. Levá-la ao encontro não doeu nada, pelo contrário, conferiu um clima até familiar ao nosso grupo que está crescendo finalmente.
Acho que nós do G3 (Jonatan, Lady Vulgata e Parallax) finalmente estamos colhendo os frutos de um trabalho incansável de recepção aos novos e caça aos velhos fetichistas escondidos pelos cantos de Santa Catarina.
Tudo isso me levou a pensar na minha própria imagem e naquela que cada um constrói sobre si. Muitas vezes penso que passo longe da dominadora sádica idealizada nos filmes sobre o tema. Muitos submissos e homens em geral, inclusive, me dizem que tenho um semblante muito meigo, somente 'traído' por um certo olhar que nem bem eu sei qual é, mas que está presente em algumas fotos e memórias.
A verdade é que, ao entrar no meio BDSM, tentamos construir nossa faceta sob o que idealizamos ser a personagem que está dentro de nós. Pode ser no texto do 'quem sou eu' do orkut ou do fetlife, nas fotos dos nossos álbuns, na construção do avatar, na escolha dos nomes das personagens e na triagem dos submissos. Enfim, cada um acha o meio mais adequado de viver seu fetiche.
Porém, ontem olhando para cada um dos presentes, singelas lembranças de conversas no msn ou ao vivo me passaram como flashs mostrando que, no fundo, somos todos frágeis diante de nós mesmos. O fetiche é muito forte e feliz de quem o vive com leveza e equilíbrio. Senti algo muito importante em relação àqueles presentes; senti que fazem parte de um outro tipo de família que venho construindo em Florianópolis e da qual eu me orgulho muito de ser a Mommy. ;)
Obrigada Inativo, Chris Feet, Poderosa, Diego Capacho, Parallax, Jon Jon (Zepol), aos meus queridos amigos baunilha apimentados E. e D., e à minha filhota querida por estarem presentes.
Fui a primeira a ir embora porque tive que levar a futura fetichista que me chama de mãe. Passava da 1h e ela reclamava de sono, apesar dos muitos paparicos do pessoal que a adotou como mascote. Enfim, nunca escondo de ninguém, seja quem for, que tenho uma filha. Levá-la ao encontro não doeu nada, pelo contrário, conferiu um clima até familiar ao nosso grupo que está crescendo finalmente.
Acho que nós do G3 (Jonatan, Lady Vulgata e Parallax) finalmente estamos colhendo os frutos de um trabalho incansável de recepção aos novos e caça aos velhos fetichistas escondidos pelos cantos de Santa Catarina.
Tudo isso me levou a pensar na minha própria imagem e naquela que cada um constrói sobre si. Muitas vezes penso que passo longe da dominadora sádica idealizada nos filmes sobre o tema. Muitos submissos e homens em geral, inclusive, me dizem que tenho um semblante muito meigo, somente 'traído' por um certo olhar que nem bem eu sei qual é, mas que está presente em algumas fotos e memórias.
A verdade é que, ao entrar no meio BDSM, tentamos construir nossa faceta sob o que idealizamos ser a personagem que está dentro de nós. Pode ser no texto do 'quem sou eu' do orkut ou do fetlife, nas fotos dos nossos álbuns, na construção do avatar, na escolha dos nomes das personagens e na triagem dos submissos. Enfim, cada um acha o meio mais adequado de viver seu fetiche.
Porém, ontem olhando para cada um dos presentes, singelas lembranças de conversas no msn ou ao vivo me passaram como flashs mostrando que, no fundo, somos todos frágeis diante de nós mesmos. O fetiche é muito forte e feliz de quem o vive com leveza e equilíbrio. Senti algo muito importante em relação àqueles presentes; senti que fazem parte de um outro tipo de família que venho construindo em Florianópolis e da qual eu me orgulho muito de ser a Mommy. ;)
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Cantinho secreto
Como meu querido não conhece tão bem a Ilha, coube a mim mostrar certos 'cantinhos' a ele. Passeamos por várias praias, fomos ao Mirante da Mole e depois jantamos. Foi muito divertido. Realmente temos muitas afinidades. Depois de rir bastante, voltamos ao carro. Desde a saída do hotel havia dito que teria uma surpresa pra ele. Estava de vestido, como ele pediu. Um vermelho que adoro por deixar minhas pernas e colo lindos. Prendi os cabelos por causa do calor e para deixar minha nuca evidente para as mordidas que certamente levaria...
Fui orientando o caminho e bolinando o moço. Tão bom sentir que alguém sente tesão ao nosso menor toque! Aquilo estava duro feito pedra, querendo escalar as roupas íntimas dele para sentir meus dedos pele a pele. Mesmo assim, quando parávamos no sinal, quem o olhasse nada perceberia. Realmente admiro essas pessoas que não transparecem suas sensações mais íntimas, embora sinta um tantinho de medo delas...
Em 20 minutos chegamos à praia. Ele me olhou um tanto confuso porque o local realmente parece muito deserto. Penso que sentiu certo medo de mim naquele momento, mas eu logo o desarmei com um longo beijo, seguido de um boquete daqueles que (desculpa!) só eu sei fazer.
Deixei ele bem aceso até estar prestes a gozar. Abri a porta do carro e o convidei a sair. Ele o fez. Puxei-o pela mão como duas crianças que fazem alguma travessura. Tirei as sandálias e sugeri que ele tirasse o tênis e as meias. Fez em pulinhos, se equilibrando na areia.
Passando a mini floresta de galhos retorcidos, o luar se abriu refletindo na água bem próximo à orla. A cena era linda e nos entorpeceu por alguns instantes. Embora eu já conhecesse aquele lugar, nunca havia presenciado num cenário tão perfeito. Pensei "estou com sorte DE VERDADE hoje!"
Sim, foi uma daquelas noites onde parece que todo o universo conspirou ao meu favor. Ou melhor, ao nosso favor...
Molhamos os pés na água. Estava convidativa. Uma mulher bem prevenida usa uma bolsa grande e nela há várias coisas, entre elas uma toalha que permitiria que nos secássemos antes de nos vestir depois. Tirei meu vestido e fiquei só de calcinha e sutiã. Ele fez questão de me olhar mais detalhadamente na penumbra da lua. Corei e me senti uma deusa. Puxei o corpo dele ainda vestido e fui tirando sua roupa em meio aos beijos ardentes. Nossos corpos pediam uma fusão e a água ajudaria e muito essa comunhão. Em segundos estávamos nus. Como não conseguia abrir um dos ganchinhos do meu sutiã, ele terminou por rasgar parte da peça. Quem se importa? Adorei ser violada dessa forma com tamanha paixão.

Entramos na água que parecia mais quente, tamanho o fogo que nos consumia. O sal da água temperava os bicos dos meus seios, completamente tesos, que ele abocanhava com fome. Me entreguei nos seus braços, soltei meu corpo e me deixe conduzir por ele. Já estava muito molhada por dentro quando senti a cabeça daquele membro pulsando no meu grelo. Mordisquei seus lábios e sorri, querendo fazer doce. Mexi o quadril, impedindo que ele me penetrasse na hora, fazendo com que tivesse que me buscar na água. Soltei meus braços do seu pescoço e dei algumas braçadas. Ele veio atrás de mim e me pegou. Firmou meu quadril entre seus braços, abriu minhas pernas com autoridade e me preencheu de uma só vez. Doeu um pouco por causa da água do mar, mas foi só eu sentir aquilo tudo dentro de mim pra esquecer qualquer desconforto. Em estocadas fortes e frenéticas, ele me comeu por alguns longos minutos. Meus gemidos poderiam ser ouvidos na praia vizinha. Estava quase gozando quando ele parou, olhou nos meus olhos e me ordenou que virasse de costas. O encaixe dos quadris demorou um pouco por causa do balanço do mar, mas quando conseguimos, ele segurou meus seios, apertando os bicos enquanto mordia minha nuca... e eu fui à loucura.
Não tardou para que gozássemos juntos, com abundância. Virei e nos abraçamos, deixando a marolinha nos levar. Ainda na mesma noite transamos mais três vezes, só que no conforto da cama do hotel. E, sim, eu pude testar os meus dotes de domme de forma leve e descontraída. Felizmente ele gostou.
Realmente o sabor da pimenta com o toque de baunilha é ótimo! ;-)
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